Categorias
PNL

Presença: um ponto crucial para qualquer terapeuta

Você sabe o que é estar presente?

A presença significa literalmente estar com a mente consciente no aqui e no agora. O que, como verá mais para frente, traz uma série de benefícios a quem pratica o estado de presença constantemente em seu dia a dia.

Estar presente no momento diminui o fluxo de pensamentos, o que nos dá a possibilidade de observar melhor a maneira como nos localizamos no espaço e no momento presente. Isto nos dá uma maior capacidade de agir, ao invés de reagir como a grande maioria das pessoas o fazem.

Porque é importante desenvolver a presença?

Para um terapeuta, vendedor ou qualquer outra situação de trabalho e no dia a dia, estar presente se torna essencial principalmente pela maior facilidade de distinguir situações e na comunicação interpessoal.

O estado de presença, como anteriormente dito, diminui o fluxo de pensamentos relacionados ao futuro, passado e outros temas que não são coerentes com o momento atual, fazendo assim que seus pensamentos e sensações se foquem apenas no que está acontecendo ou sendo ouvido no momento.

Isto traz uma maior concentração e resulta em um maior entendimento da situação, sendo assim perfeito para profissões que precisam analisar outras pessoas ou situações.

É importante também ressaltar que exatamente por gerar uma maior clareza nos pensamentos, consequentemente gera uma comunicação verbal e não verbal mais coerente e clara para quem está ouvindo. Sendo assim, as chances de sucesso na comunicação para o interlocutor aumentam.

presença

Exercício diário para desenvolver o estado de Presença

Segue um exercício simples, prático, porém muito eficiente para treinar o estado de presença em qualquer momento do dia (Desde que não esteja realizando tarefas de risco, como dirigir ou algo que possa gerar um acidente).

– Primeiro passo: PARE (Fique imóvel)

– Segundo passo: VISUAL (Amplie e preste atenção nas coisas que estão a sua volta sem mexer os olhos)

– Terceiro passo: AUDITIVO (Amplie e preste atenção em detalhes aos sons ao seu redor)

– Quarto passo: SINESTÉSICO (Preste atenção nas sensações do seu corpo, na sensação da roupa tocando seu corpo, variações de temperatura e outros).

– Quinto passo: STOP (Mova-se novamente)

Percebendo o corpo

A cultura moderna ocidental desvaloriza o corpo como um meio de experimentação. Entretanto, fazemos parte de tudo aquilo que observamos e somos capazes de alterar o meio a partir de ações conscientes ou inconscientes.

O indivíduo que desenvolve um estado de presença, possui a capacidade de alterar a si mesmo e o meio de maneira mais consciente e coesa, trazendo melhores resultados.

O exercício mostrado anteriormente é um de muitos outros métodos de se trabalhar a presença. Outras práticas para desenvolver este estado podem incluir meditação, yoga, auto-hipnose ou até mesmo se for coerente com suas crenças, práticas de terapias holísticas.

Dicas para o dia a dia

– Torne pequenas ações que normalmente são automáticas em ações conscientes. Escovar os dentes, tomar banho ou mesmo o simples ato de beber água. Veja, ouça, sinta as sensações e variações;

– Prática de exercícios físicos ajuda a desenvolver uma maior consciência corporal;

– Meditação, yoga ou semelhantes ajudam a trazer uma maior consciência corporal e ajudam a organizar os pensamentos de maneira mais clara e coesa;

– Invente e pratique exercícios de presença. Inspire-se!

Outro artigo relacionado: Você sabe o que significa estar presente?

Categorias
PNL

5 dicas para um ano novo mais próspero

O que é prosperidade?

A palavra “Prosperidade” possui diferentes significados para cada pessoa, dependendo do contexto e do momento histórico em que se vive. Entretanto, todos estes fatores têm um ponto em comum, este seria o estado mental próspero.

A partir do momento em que o indivíduo começa a pensar, agir e sentir a prosperidade em si, perceberá que todo o seu entorno contribuirá para que seus planos sejam atingidos.

Afinal, não existe fracasso, apenas feedback. Se o seu estado mental está direcionado para este pensamento, parabéns, você está no caminho para tornar sua vida cada vez mais próspera.

Para que você possa ter por onde começar, seguem algumas dicas que podem te ajudar a tomar o primeiro passo no ano novo que está por vir:

1- Defina metas para o ano novo

Definir metas é de suma importância. Estas não precisam necessariamente serem grandes metas de vida, podem ser apenas pequenas conquistas de curto prazo. Definir metas lhe dá um objetivo claro a cumprir e evita que se perca com outros estímulos que podem atrapalhar seus objetivos.

2 – Comemorar é essencial

Assim como definir metas é importante, mais importante ainda é comemora-las. Cada passo bem sucedido em sua jornada para cumprir um objetivo deve ser comemorado. Fazendo isto, estará alimentando seu sistema de recompensas e dando mais estímulos positivos ainda para que possa continuar seguindo o caminho que escolheu.

Comemorações não precisam ser grandes eventos, mas sim, precisa ser algo que signifique algo para você. Alimentando este sistema de recompensas, o que pode ser um esforço hoje, amanhã não será mais.

3 – Seja o protagonista de sua própria vida

Já se perguntou se está sendo protagonista de sua própria vida? Muitos se contentam em ser coadjuvantes em sua própria história. Deixando que outros tomem decisões, assumam a frente e em algumas ocasiões, ditam até mesmo quem você deve ser.

Olhe para si e se coloque a partir desde momento no centro de sua vida. Se torne o protagonista da sua história e trilhe o caminho que almeja para que possa ser a pessoa que sempre imaginou ser.

4 – Autoconhecimento

Não existe nada tão essencial na vida quanto se conhecer. Faça uma terapia, seja com psicólogo, psiquiatra, hipnoterapeuta, PNL ou qualquer outra ferramenta que se sentir confortável (ou quem sabe até desafiado) e que te proporcionará um autoconhecimento.

Nada se realiza de maneira 100% eficaz sem que você se conheça o suficiente para que possa realizar seja o que for de maneira consciente, coesa e madura.

ano novo

5 – Agradeça

Você tem procurado agradecer por cada conquista, presente e até mesmo pelas coisas que deram errado? Tem visto o copo meio cheio ou meio vazio? Saiba que por mais que você não tenha escolha sobre como determinadas coisas possam acontecer, você tem sim a escolha sobre a decisão que vai tomar em cima do que aconteceu.

Lembre-se, não existe fracasso, apenas feedback. Se coisas boas vêm acontecendo, ótimo! Mas procure tirar proveito no ano novo também do que não lhe beneficia diretamente ou até te prejudique. As pessoas verdadeiramente prósperas aprendem e tiram proveito de toda e qualquer oportunidade que surge.

Tenha um ótimo 2022!!!

Nós do HN Institute desejamos um ano próspero para você e toda a sua família. Aproveite todas as dicas e se torne protagonista de sua própria vida!

Feliz ano novo!

Categorias
PNL

Programação Neurolinguística é terapia?

Compilação de ideias sobre PNL e terapia por André Percia

Psicólogo Clínico e Master Trainer em PNL

A arte em si não é terapia. No entanto, a arte usada na terapia cria a arte terapia. Música em si não é terapia. Música na terapia vira musicoterapia. E se funciona junto a uma proposta de terapia estruturada, é parte da terapia.

Programação Neurolinguística (PNL) é uma abordagem psicológica que envolve a análise de estratégias utilizadas por indivíduos bem sucedidos e que pode ser direcionada para alcançar um objetivo pessoal. Relaciona pensamentos, linguagem e padrões de comportamentos aprendidos através da experiência a resultados específicos.

A programação neurolinguística foi desenvolvida na década de 1970 na Universidade da Califórnia, em Santa Cruz. Seus principais fundadores são John Grinder , linguista, e Richard Bandler , cientista da informação e matemático. 

O primeiro livro de Grinder e Bandler sobre PNL, Estrutura da Magia: Um Livro sobre Linguagem da Terapia , foi lançado em 1975. Nesta publicação, eles tentaram destacar certos padrões de comunicação que definem os comunicadores considerados excelentes, além de outros.

Grande parte do livro foi baseado no trabalho de Virginia Satir , Fritz Perls e Milton Erickson . Também integrou técnicas e teorias de outros renomados profissionais de saúde mental e pesquisadores como Noam Chomsky , Gregory Bateson , Carlos Castañeda e Alfred Korzybski. O resultado do trabalho de Grinder e Bandler foi o desenvolvimento do metamodelo da PNL, uma técnica que eles acreditavam poder identificar padrões de linguagem que refletissem os processos cognitivos básicos.

A evolução da PNL

Hoje, a PNL é usada em uma ampla variedade de áreas, incluindo aconselhamento, medicina, direito, negócios, artes cênicas, esportes, militares e educação.

Modelagem, ação e comunicação efetiva são elementos-chave da programação neurolinguística. A crença é que, se um indivíduo puder entender como uma outra pessoa realiza uma tarefa, o processo pode ser copiado e comunicado aos outros para que eles também possam realizar a tarefa.

Os proponentes da programação neurolinguística propõem que todos temos um mapa pessoal da realidade. Aqueles que praticam a PNL analisam suas próprias perspectivas e outras para criar uma visão geral sistemática de uma situação. Ao entender uma gama de perspectivas, o usuário da PNL ganha informações. Os defensores desta escola de pensamento acreditam que os sentidos são vitais para o processamento da informação disponível e que o corpo e a mente influenciam uns aos outros. A programação neurolinguística é uma abordagem experiencial. Portanto, se uma pessoa quiser entender uma ação, ela deve realizar a mesma ação para aprender com a experiência.

Os conceitos e práticas terapêuticas envolvendo a PNL

Um conceito central da PNL pode ser resumido pelo ditado: “O mapa não é o território”, porque destaca as diferenças entre crença e realidade. Aponta que cada pessoa opera dentro de sua própria perspectiva e não de um lugar de objetividade. Os proponentes da PNL acreditam que a percepção de todos do mundo é distorcida, limitada e única. 

Um terapeuta que pratica a PNL deve, portanto, compreender como uma pessoa em tratamento percebe seu “mapa” e o efeito que essa percepção pode ter nos pensamentos e no comportamento dessa pessoa.

O mapa do mundo de um indivíduo é formado a partir de dados recebidos pelos sentidos. Essas informações podem ser auditivas, visuais, olfativas, gustativas ou cinestésicas. Os profissionais de PNL acreditam que esta informação difere individualmente em termos de qualidade e importância, e que cada pessoa processa experiências usando um sistema representacional primário. Para um terapeuta de PNL trabalhar efetivamente com uma pessoa em tratamento, o terapeuta deve tentar combinar o sistema desse indivíduo para usar seu mapa pessoal. Profissionais de PNL acreditam que é possível acessar sistemas representacionais usando dicas, como movimentos oculares.

Os terapeutas de PNL trabalham com as pessoas para entender seu pensamento e padrões de comportamento, estado emocional e aspirações. Examinando o mapa de uma pessoa, o terapeuta pode ajudá-lo a encontrar e fortalecer as habilidades que melhor servem a eles e ajudá-los a desenvolver novas estratégias para substituir as improdutivas. Este processo pode ajudar as pessoas em terapia a alcançar os objetivos do tratamento.

Os defensores da PNL afirmam que a abordagem produz resultados rápidos e duradouros e melhora a compreensão dos padrões cognitivos e comportamentais. A PNL também procura construir uma comunicação eficaz entre os processos mentais conscientes e inconscientes para ajudar as pessoas a aumentar a criatividade e as habilidades de resolução de problemas. Alguns defensores da PNL comparam a abordagem à terapia cognitivo-comportamental (TCC), mas afirmam que mudanças positivas podem ser feitas com a PNL em menos tempo.

terapia

Os problemas psicossomáticos que podem ser amenizados com PNL

Desde a sua criação, a programação neurolinguística tem sido usada para tratar uma ampla gama de questões. Esses incluem:

  • Ansiedade , fobias e pânico
  • Problemas de comunicação
  • Estresse pós-traumático
  • Depressão
  • Hiperatividade déficit de atenção
  • Vício
  • Esquizofrenia
  • Obsessões e compulsões
  • Personalidade borderline

A PNL é uma ferramenta brilhante a ser usada em conjunto com qualquer processo terapêutico para obter resultados efetivos e duradouros e melhorar a qualidade da terapia.

Seu espírito é construído sobre a ideia de “ir por isso”. Simplificando, a PNL é uma atitude! Com essa atitude, a PNL analisa métodos de criação de modelos (baseados em necessidades). O modelo primário aqui é o modelo de comportamento humano.

Ele fornece uma perspectiva muito útil sobre o porquê e como de comportamento, as várias estratégias que as pessoas usam para continuar se comportando da maneira que se comportam. Isso ajuda o terapeuta a entender a força motriz por trás do comportamento indesejado.

A PNL também consiste em várias ferramentas / técnicas práticas que se concentram na construção de certas habilidades que por si mesmas não são terapêuticas, mas aumentam a eficácia de qualquer modalidade terapêutica. Por exemplo, certas técnicas de PNL são muito úteis para construir rapport. Agora, o rapport por si só não será terapêutico, ao mesmo tempo, é um fato bem conhecido que a qualidade do relacionamento entre o terapeuta e o cliente tem uma grande influência na qualidade e efetividade da terapia.

No entanto, nem todo mundo tem essas habilidades. Com a PNL, incorporamos habilidades como rapport, perguntas (Meta model e Inverse meta model), observação e calibração eficientes etc. como parte do programa (ps não estou dizendo que outras terapias não! Alguns fazem, alguns dão e está tudo bem). Essas técnicas são uma delícia para o terapeuta. Os profissionais de saúde mental, que usaram, provavelmente concordarão!

Assim, a PNL se torna um ótimo complemento para um terapeuta. A abertura para a experimentação, curiosidade e zelo para trabalhar com os clientes para provocar uma mudança, em geral, aumenta a qualidade do processo.

Outro aspecto da PNL que realmente gostamos é o foco em ajudar os clientes a se concentrarem nas habilidades necessárias para criar a mudança necessária e usar métodos / técnicas diferentes para ajudá-los a desenvolver e aplicar essas habilidades de maneira eficaz.

Mais do que uma terapia!

Brief NLP Therapy (Brief Therapies Series) de Ian McDermott é um dos muitos trabalhos que mostram os benefícios da PNL na terapia psicológica e como a PNL é um sistema que se ajusta perfeitamente a outras abordagens. Nesta obra ele escreve: “Então, o que há de especial na contribuição da PNL para a prática da terapia e, especificamente, para a terapia breve?

Em primeiro lugar, uma vez que seus métodos foram derivados de estudos detalhados de terapeutas de destaque, ele oferece aos profissionais a oportunidade de aumentar sua eficácia.

Extrapolado de uma prática excelente, a PNL oferece ferramentas práticas que funcionam e uma maneira de pensar que oferece aos terapeutas e aos clientes novas maneiras de compreender e explorar como criamos um mundo para nós que pode ser o paraíso ou o inferno. Assim como seu repertório terapêutico é baseado em semelhanças – valores, pressupostos, habilidades de comunicação e mudança – compartilhadas por abordagens muito diferentes, também pode ser usado com eficácia por profissionais de várias escolas.

A PNL faz a pergunta ‘Como eles fazem isso?’ ± não apenas sobre os profissionais qualificados que seus fundadores estudaram, mas também sobre a maneira como os seres humanos estruturam suas experiências e dão sentido a seus mundos.

É essa curiosidade, com sua excitação concomitante, que Rogers descreveu como parte de sua experiência. Isso anda de mãos dadas com uma atenção respeitosa à experiência dos clientes que buscam ajuda – e às maneiras como esses clientes estruturam as partes de suas vidas nas quais funcionam bem e com facilidade.

Ele continua a exercer nossa consciência crescente de como nós também estruturamos nossos mapas de ‘realidade’; e torna a experiência de trabalhar com PNL uma aventura pessoal, assim como profissional. Em consonância com isso, decidimos escrever um livro que visa explorar algumas das características-chave do trabalho breve de mudança terapêutica com PNL”.

Definitivamente meu trabalho como psicólogo clínico ficou muito melhor com os padrões e abordagens da PNL. Clientes sentem-se progredindo e sentem a mudança acontecendo mais rapidamente. Embora algumas técnicas sejam pontuais, o conjunto delas aplicadas a um propósito ou dinâmica psicológica ajuda a promover mais e melhores insights tanto para terapias breves e focais quanto para terapias de longa duração.

Você também poderá gostar de ler esse artigo: 3 técnicas básicas de PNL para trazer mais sucesso ao seu negócio

Categorias
PNL

Neuro-Hypnotic Repatterning (NHR) e Design Human Engineering

Neuro-Hypnotic Repatterning (NHR) se desenvolveu  graças ao desenvolvimento dos scanners de ressonância magnética e à genialidade do domínio da hipnose e da PNL do Dr. Richard Bandler. Em sua forma original, a PNL , de acordo com Bandler, era desnecessariamente complexa. Agora, a PNL se tornou muito mais simples e fácil. 

NHR usa o processo hipnótico para reestruturar as experiências que as pessoas têm nos níveis neurológico e químico. A única questão, provoca Bandler, é : quanto prazer você pode suportar? Quanta emoção você pode suportar, quanto sucesso você pode ter? 

Em vez de ensinar as pessoas a liderar com suas mentes, o NHR ensina você a liderar com seus sentimentos. Você aprende a saturar sua neurologia com as substâncias químicas que nos fazem sentir bem. Porque se você colocar todo o seu corpo no estado certo, não há quase nada que os seres humanos não possam fazer.

PNL do Dr. Richard Bandler

NHR usa a hipnose para direcionar, assim, acelerar muitos aspectos da PNL para torná-la mais fácil e divertida. NHR é o que a PNL deveria ser se soubessem o que sabemos agora. Onde a PNL é principalmente linguística, NHR é especialmente hipnótica, por isso é mais fácil de aprender e mais eficaz em seus resultados. O cérebro não está programado, ele funciona com padrões. Consequentemente, o NHR acerta em cheio com a Repadronização. O objetivo é interromper os velhos padrões negativos e substituí-los por novos padrões positivos.

Uma qualificação muito especial que reconhece a natureza única da NHR ️ e daqueles que utilizam este poderoso processo para mudar suas vidas e a vida de outras pessoas. Fique na vanguarda do trabalho do Dr. Bandler.

NHR usa o processo hipnótico para reestruturar as experiências que as pessoas têm nos níveis neurológico e químico. A única questão é quanto prazer você pode suportar, quanta emoção você pode suportar, quanto sucesso você pode ter? Em vez de ensinar as pessoas a liderar com suas mentes, a NHR ensina você a liderar com seus sentimentos. 

Você aprende a saturar sua neurologia com as substâncias químicas que nos fazem sentir bem. Porque se você deixa todo o seu corpo no estado certo, não há quase nada que os seres humanos não possam fazer. Essas habilidades avançadas em Neuro-Hypnotic Repatterning são o culminar do trabalho da mesma mente que nos deu PNL e Design Human Engineering

The Design Human Engineering

NHR

Design Human Engineering dá como certa a oportunidade de projetar estratégias internas e estados que são dinâmicos e atraentes. Pense em quantos bons sentimentos você tem. Por mais que seja, não é suficiente. O DHE parte da premissa de que aquilo que já está disponível para um indivíduo está longe de ser o que ele é capaz.

Para projetar habilidades, é importante que a observação seja precisa e que as diferenças entre o que você deseja e o que não deseja são extremas e, portanto, óbvias. Essas são funções de processamento interno. Se você deseja saber quando está em harmonia, a diferença entre estar em harmonia e não estar em harmonia deve ser tão grande que não haja absolutamente nenhuma dúvida. Quando você vê alguém que conhece muito bem, sabe em que tipo de humor essa pessoa está pelo tom de voz que usa.

A diferença entre feliz e triste é inconfundível. O Design Human Engineering® permite que você faça a distinção na percepção que fará a diferença na ação. Se não houver diferença na percepção, você aprenderá como usar seus sentidos para que haja uma.

Ao entender como as estratégias funcionam, você também deve entender como elas funcionam em relação a outras estratégias, como os cronogramas que são utilizados em um determinado momento, os metaprogramas que estão ativos. A capacidade de projetar mudanças contextuais em todos os parâmetros simultaneamente é o domínio do Design Human Engineering.

A importância do NHR e DHE nos dias de hoje

Ao projetar e usar estratégias, é necessário fazer as distinções que lhe permitirão realizar a tarefa em mãos. Os modelos que constituem a Programação Neuro-Linguística criam conjuntos de distinções que nos permitem comunicar melhor, bem como replicar comportamentos que outros são capazes de produzir.

Design Human Engineering não apenas permite que você crie novas estratégias e habilidades, mas também permite que você crie melhores estratégias de motivação para realizar as tarefas para as quais as estratégias são úteis.

Abaixo estão algumas das perguntas que o DHE faz:

1. Qual é a diferença entre a melhor sensação que você já teve e a melhor sensação que seu corpo é capaz de produzir?

2. Quanto controle você tem sobre os sentimentos que produz, sua intensidade e quando você os produz?

3. Você já tentou descobrir quanto prazer pode suportar?

A partir das respostas dadas, isso é uma oportunidade para que em sua vida?

Fonte:

ANDRÉ PERCIA

Especialista em DHE e NHR com Richard Bandler

Outro artigo que você poderá gostar de ler: As mais respeitadas certificadoras PNL no mundo

Categorias
PNL

Programação neurolinguística e modelagem

Richard Bandler desde o início da PNL buscava entender qual a estrutura por trás das experiências que estudava. Para um dos praticantes da PNL mais antigos, David Gordon, a pressuposição mais fundamental da PNL é: A Experiência tem uma Estrutura. A PNL surgiu do estudo de pessoas que faziam coisas interessantes para lidar com seus “problemas”. Modelagem tem a ver com reconhecimento de estruturas.

Para Gordon, MODELAGEM é um processo de criar mapas úteis acerca das habilidades humanas. Não se trata de identificar a “verdade” nem de ir “ao fundo”. Trata-se da descrição de uma habilidade, e permite que outros possam manifestá-la.

“Identificar habilidades” significa identificar estruturas, seja de algo desejado ou algo que possa ser corrigido e redesenhado.

Para a PNL, os comportamentos são manifestações externas de nossos estados internos. Comportamentos ocorrem num processo neurológico, por isso precisamos de um modelo ou exemplar que reproduza a neurologia em segmentos de informação para que possamos inferir como sequenciam e representam em face de códigos linguísticos e paralinguísticos, identificando como programam tal sequência para obterem os resultados específicos de conduta.

MODELO refere-se na PNL tanto ao sujeito de quem se extrai os resultados quanto à descrição de suas estratégias e programas que o levam a ter excelente desempenho no que se quer modelar. Não se justifica nem há preocupação em provar cientificamente se o modelo funciona, busca-se saber se o mesmo é operacional e útil para quem está modelando. Seja para a aquisição de estratégias ou possibilidade para compreender como ainda se estruturam os problemas.

MODELAGEM é um processo para criar mapas úteis das habilidades humanas. ”Processo” significa uma forma de interagir com as pessoas, não é uma técnica que você faz com alguém.

Vamos aprender a nos engajarmos no processo de criar tais mapas, organizando a estrutura da experiência para que se manifeste de forma útil.

O Modelador DAVID GORDON aponta três razões para fazer modelagem:

  • Razão Prática: Corrigir problemas e habilidades.
  • Razão Evolucionária: Perceber estruturas e sistemas.
  • Razão Espiritual: Abre para a beleza da estrutura e quão preciosa é cada pessoa no mundo.

Modelos estão por todos os lados. Enquanto modelamos, devemos prestar atenção à descrição das pessoas e ater-se a forma como a pessoa descreve o modelo, evitando colocar palavras e conceitos seus.

O que você quer modelar especificamente? Se for muito grande e complexo, será bem difícil de ser compreendido e utilizado. Em que nível nós devemos segmentar o modelo para que seja útil (ou seja, decidir o que focar para compor o modelo)?

PRIMEIRA PERGUNTA: “O que eu quero ser capaz de fazer”? “Fazer” refere-se aos comportamentos externos e internos. “No caso da modelagem de “problemas” (onde buscamos compreender como mantemos um problema), talvez a pergunta seja: “O que quero ser capaz de fazer diferente””?

Deve-se ouvir a descrição e dar feedback para que a pessoa tenha a oportunidade de responder, assim vai-se refinando a estratégia. Depois, identificamos as habilidades envolvidas e decidimos o que se vai modelar, levando em conta as habilidades que a pessoa não possui, para aprender algo que não se tem (modelar alguém que canta bem, por exemplo). Muitas vezes precisamos apenas de um segmento e não da estratégia toda da pessoa.

Outra possibilidade é transladar a habilidade de uma área para outra área. Por exemplo, alguém que é excelente em “concentrar-se” para jogar futebol, pode modelar concentração para estudar.

Ache um exemplar ou modelo. Como capturar o que nos interessa no “todo”? Primeiro, treine-se para perceber as redundâncias, as repetições. Ao descrever o que fazem, como fazem e por que fazem, há muita repetição, e não há sentido ou utilidade em repetir as informações.

No caso de utilização do modelo, treine para diferenciar o que é pessoal e o que é a habilidade que nos interessa. Modelar não é duplicar, e sim eliciar a estrutura e operar nela sendo você.  Se eu quero tocar piano popular, posso modelar Elton John, mas não preciso imitar o cantor. Serei eu usando o modelo eliciado.

Com o modelo, cria-se um mapa sobre o que o exemplar faz. Não queremos qualquer mapa, qualquer descrição, queremos um que seja útil, que nos permita reproduzir o que essa pessoa faz. 

Um grupo de distinções é o que devemos buscar. Queremos prestar atenção em que? Na interação, o que queremos encontrar ou reconhecer para nos permitir de alguma forma acessar o que queremos?

Descubra como a modelagem pode ser útil as seus propósitos!

Leia também: O metamodelo de linguagem

Categorias
PNL

O metamodelo de linguagem

O metamodelo em PNL ou programação neurolinguística (ou metamodelo de terapia) é um conjunto de perguntas destinadas a especificar informações, desafiar e expandir os limites do modelo de mundo de uma pessoa.

Os indivíduos respondem aos eventos com base em suas imagens, sons e sentimentos internos. Eles também reúnem essas experiências em grupos ou categorias que são rotulados com palavras.

O metamodelo é um método para ajudar alguém a ir dos mapas de palavras pobres em informações de volta às experiências sensoriais específicas nas quais eles se baseiam. É aqui nas experiências específicas ricas em informações que mudanças úteis podem ser feitas que resultarão em mudanças no comportamento. 

O metamodelo responde às distorções, generalizações e exclusões no idioma do falante. O metamodelo forma a base da programação neurolinguística desenvolvida pelo então professor assistente de linguística John Grinder e Richard Bandler. Grinder e Bandler “explicaram como as pessoas criam mapas mentais da realidade defeituosos, deixando de testar seus modelos linguísticos / cognitivos contra a experiência de seus sentidos”.

O metamodelo baseia-se na gramática transformacional e na semântica geral, a ideia de que a linguagem é uma tradução de estados mentais em palavras, e que nesta tradução, há um processo inconsciente de apagamento (nem tudo que o pensamento é dito), distorção (suposições e estruturais imprecisões) e generalização (uma mudança para afirmações absolutas). Da mesma forma, na audição, nem tudo o que é dito é reconhecido como ouvido.

Esses padrões de linguagem foram baseados no trabalho da terapeuta familiar Virginia Satir, do gestalt terapeuta Fritz Perls e nos padrões linguísticos da sintaxe transformacional.

Alega-se que o metamodelo “produz uma representação mais completa do modelo de mundo do cliente – a estrutura linguística profunda da qual as expressões verbais iniciais do cliente ou Estrutura de superfície foram derivadas”, oferecendo desafios aos seus limites, as distorções, generalizações ou exclusões na língua do falante. 

O conjunto reverso do metamodelo é o modelo de Milton, uma coleção de padrões de linguagem artisticamente vagos extraídos da obra de Milton Erickson.

metamodelo

Abaixo, um resumo dos padrões do metamodelo:

PADRÃO DO META MODELO

PERGUNTA

OMISSÃO SIMPLES

Elemento Central é excluído da estrutura superficial (ES)

“Sinto-me inseguro”

Inseguro com relação a que?

OMISSÃO COMPARATIVA

Na ES não está clara a referência

“É pior não fazer”

“Pior de acordo com que /quem”?

FALTA DE ÍNDICE REFERENCIAL

Não se sabe quem ou o que

“Sabe como são os homens…”

Que homens, especificamente? 

VERBO INESPECÍFICO

Não são específicos detalhes sobre a ação 

“Preciso mudar”

Como/ O que especificamente deseja mudar?

NOMINALIZAÇÃO

Quando uma ação ou processo são tratados como uma “coisa”

“Tenho vergonha”

Vergonha de que, especificamente?

QUANTIFICADORES UNIVERSAIS

Padrões de generalização

“Ela sempre me decepciona”

Decepciona como, especificamente? Já houve vez em que ela não tenha te decepcionado?

OPERADORES MODAIS DE NECESSIDADE

Senso de ter de ser ou fazer (Devo, preciso, tenho que…)

Eu tenho que atender ao telefonema

O que aconteceria se não atendesse?

OPERADORES MODAIS DE POSSIBILIDADES

Senso sobre a possibilidade de fazer escolhas (Não posso, posso)

“Não posso mais continuar”

Como seria se pudesse?

O que o impede?

PRESSUPOSIÇÕES

Algo aceito como verdade

“Se ao menos ela me desse valor nossa relação mudaria e eu deixaria de me sentir mal”

Como sabe que ela não te dá valor?

Como a relação mudaria?

Como se sente mal?

EXECUÇÃO PERDIDA

Um julgamento sem que se mencione quem o fez

“É certo casar virgem”

É certo para quem? Certo de acordo com quais critérios?

LEITURA MENTAL

Agir como se soubesse o que se passa na mente da outra pessoa

“Ela me odeia”

Como sabe que ela te odeia?

CAUSA – EFEITO

Uma sugestão de conexão entre um determinado estímulo e uma resposta

“A maneira com que ela me olha me desconcerta”

Como especificamente o olhar dela desconcerta você?

EQUIVALÊNCIA COMPLEXA

Quando atribui-se o mesmo significado para dois eventos distintos

“Ela quase não telefona, ela não gosta de mim”

Como o fato de ela não telefonar com frequência significa que ela não gosta de você?

Conclusão

Metamodelo de linguagem é uma das ferramentas mais fascinantes para se conhecer. 

É simples, flexível e ao mesmo tempo profundo. Sua qualidade não está associada tão somente para a manutenção das relações interpessoais, mas a intrapessoal também. Pensar e comunicar agora, são habilidades, que ganham a possibilidade de serem diferentes.

Aproveite também para ler esse artigo: Desconstruindo crenças limitantes.

Categorias
PNL

A mais respeitadas certificadoras PNL do mundo

Desde que foi desenvolvida inicialmente por Richard Bandler e John Grinder nos anos de 1970, a Programação Neurolinguística (PNL) ou NLP (em inglês) vem encantando clientes e profissionais com sua abordagem na qual trabalha de forma rápida e eficaz as estruturas da mente e como elas foram programadas (sequenciadas) na neurologia de forma linguística. 

O conhecimento do processo neurológico produziu técnicas e abordagens feitas sob medida para o funcionamento de nosso sistema nervoso e de aprendizagem.

A PNL influenciou desde os anos 70 culturas de treinamento, desenvolvimento pessoal, coaching e auto-ajuda. Desde o início houve muito interesse na aprendizagem da PNL e as formações Practitioner, Master e Trainer foram estruturadas e começaram a ser replicadas pelos recém formados para os novos aprendizes. 

No entanto, 40 anos depois e muitas gerações de ensino-aprendizagem levaram a muitas distorções, interpretações pessoais e decisões bem distintas sobre “como fazer” o processo, gerando, por exemplo, grupos que ministram pratictioners com 30 horas e outros com 200 horas!          

Toda essa diversidade e disparidade de processos, estilos e conduta tornou a percepção da PNL muito confusa. Foi quando começaram movimentos para unificar a forma de ensinar e praticar a PNL, encontrando uma linguagem comum, práticas integradas e desenvolvendo um compromisso ético o qual caracterizaria o grupo de praticantes e profissionais. 

As primeiras associações foram formadas

De acordo com o site da IN, a Certificadora NLP- IN foi fundada em 2001 junto com sua “associação irmã” ICI para apoiar a excelente ética e padrões de qualidade em PNL (Programação Neuro Linguística).

A IN possui um Conselho de Administração, Presidentes de Países com muitos membros, Embaixadores, Comissões, altamente qualificadas e um selo intitulado “NLP Master Trainer, IN”, além de cooperação com universidades credenciadas, IN & ICI World Congresses e membros profissionais qualificados em mais de 57 países em todo o mundo.

A visão da IN

Para a IN, usar a PNL significa:

1. Contribuir para um mundo pacífico, onde todos querem se sentir pertencendo ao mesmo.

2. Contribuir para a construção de uma comunicação excelente dentro das próprias pessoas no sentido de buscar paz interior de espírito, auto realização e vivência de seu potencial

3. Contribuir para com uma comunicação excelente entre as pessoas para o entendimento mútuo e os melhores resultados no alcance de metas que são boas para todos no planeta Terra

A missão da NLP- IN

1. Oferecer uma associação onde os membros possam aprender. uns com os outros (as prática são altamente recomendadas).

2. Cuidar para unir a aplicação prática efetiva da PNL com a educação acadêmica, teoria e pesquisa.

3. Criar meios e condições para fornecer às pessoas que procuram um treinamento em PNL ou profissionais de PNL informações relevantes para o processo.

4. Zelar por excelentes padrões de ética e qualidade em PNL.

5. Organização de emocionantes Congressos Mundiais de PNL e Coaching para uma comunicação excelente e crescimento pessoal

O Código de Ética da NLP-IN

O Código de Ética da NLP-IN é uma expressão da visão e missão da IN e um compromisso pessoal de seus membros. É a base da nossa compreensão, do trabalho de alta qualidade e da comunicação interpessoal dentro e fora da IN.

Estamos comprometidos com altos padrões éticos no nível 7º de Graves (da Espiral dinâmica) e aderimos a esses padrões em nossos esforços para promover o bem-estar de toda a humanidade e a manutenção da justiça e paz em todo o mundo.

De acordo com o código de Ética, os Membros do IN

1. São sempre justos e cooperativos ao lidar com estagiários, colegas e concorrentes.

2. Estão comprometidos com a proteção da dignidade humana, com base na crença de que todos os humanos possuem direitos inalienáveis, independentemente das capacidades pessoais

3. Estão comprometidos com o uso consciente e ecológico de seus conhecimentos no melhor interesse de todos seres humanos, independentemente do sexo, cor da pele, crenças religiosas ou nacionalidade

4. Apoiam os seres humanos em sua percepção de responsabilidade pessoal enquanto, ao mesmo tempo, ficam cientes de suas responsabilidades como treinadores em suas interações com os participantes.

5. Tem resposta proativa (a representações falsas ou enganosas da PNL e / ou da IN), a fim de garantir que PNL e / ou IN sejam representados de forma justa e precisa para o público em geral.

6. Estão cientes de sua responsabilidade e usam sua credibilidade, status, título acadêmico, filiação ou autoridade a fim de tornar a PNL conhecida mundialmente de uma forma positiva e respeitável.

7. Reconhecer e respeitar a personalidade única e a singularidade sócio-biográfica de cada ser humano – isso inclui o direito de cada pessoa de fazer suas próprias escolhas, enquanto respeitando os direitos dos outros

8. ver cada pessoa como um ser holístico que integra corpo, mente e espírito e adapta seus métodos de treinamento em  conformidade.

9. Estão ativamente engajados no desenvolvimento da sociedade e do mundo e assumem uma responsabilidade especial nesse sentido.

10. Estão cientes de que influenciam as atitudes e o desenvolvimento pessoal de seus participantes.

11. Encorajam, no contexto de suas interações profissionais, o questionamento de padrões atitudinais e posições, encorajando a viabilidade de novas visões e influenciando mudanças comportamentais.

12. Estão empenhados em tratar todas as informações pessoais que são transmitidas a eles no contexto de suas ações ocupacionais como confidenciais.

13. Estão cientes dos desenvolvimentos sociais.

14. Estão constantemente se esforçando para manter suas habilidades, conhecimentos e capacidades metódicas até data e, assim, garantir os mais altos padrões possíveis.

15. Assumir a responsabilidade por seu próprio treinamento contínuo e supervisão e buscar regularmente troca com colegas.

Conclusão

Esses parâmetros garantem a plena representatividade da PNL, assim como a manutenção e continuidade daquilo o que se considera a forma certa de aplicar e ensinar a mesma.

Ter uma certificação Internacional IN, representa um atestado mínimo de excelência e de qualidade com relação à aprendizagem e ao desenvolvimento de competências enquanto praticante da PNL, o que propicia um futuro profissional promissor para os que desejam dar o próximo passo!

Você também poderá gostar de ler:

Benefícios do uso da PNL em empresas e organizações

Categorias
PNL

Desconstruindo crenças limitantes

Descubra nesse artigo como identificar as crenças limitantes, que acabam prejudicando o seu desenvolvimento pessoal e profissional.

De acordo com a Enciclopédia de PNL, estruturada por Robert Dilts e Judith DeLozier na Califórnia, “Crenças” são consideradas um dos níveis mais fundamentais de mudanças e aprendizagem em Programação Neuro Linguística. 

-Elas são um componente-chave  na criação da “Estrutura Profunda” (mente inconsciente) e também  criam e dão forma à “Estrutura Superficial” (mente consciente) por meio de pensamentos e ações de inúmeras formas.  

-Elas determinam o significado dos eventos e dão a essência à motivação e a cultura. Crenças e valores dão motivação e permissão para as quais inibem ou estimulam o uso de capacidades e a geração de comportamentos .

Para a PNL, crenças são consideradas generalizações sobre: Causas, significados, limites sobre o mundo ao nosso redor, nossos comportamentos, nossas capacidades e nossa identidade.

Crenças funcionam influenciando nossa experiência e interpretação da realidade, conectando nossas experiências com nossos critérios ou sistemas de valores, sendo difíceis de serem modificadas pelo pensamento lógico e estando muitas delas fora do escopo de nossa consciência.

Neurologicamente, crenças estão associadas ao sistema límbico e ao hipotálamo no mesencéfalo, e essas conexões com funções psicológicas profundas provavelmente explicam porque crenças tem uma poderosa influência na saúde e em processos de cura, assim como o que acontece no efeito placebo.

Categorias das crenças limitantes

1 . Desesperança : A crença de que o objetivo desejado não é viável, independentemente das capacidades das pessoas de tentarem algo . O que quero não é possível!

2 . Desamparo : Crença de que o objetivo desejado é possível, mas a pessoa não é capaz de alcançá-lo. É possível, mas EU não sou capaz.

3 . Inutilidade : A crença de que a pessoa não merece o objetivo desejado por causa de algo que é ou tenha (ou não) ou fez ( ou não fez). Eu não mereço.

Para serem bem sucedidas , as pessoas precisam mudar esses tipos de crenças limitantes para crenças envolvendo esperança para o futuro, sentimento de capacidade e responsabilidade, e um senso de autoestima e pertencimento.

Crenças limitantes podem ser atualizadas e transformadas quando :

• Identificamos e reconhecemos a intenção positiva subjacente.

• Identificamos  quaisquer pressupostos ou suposições implícitas ou inconscientes na base da crença .

• Alargamos a percepção das cadeias de causa-efeito ou ” equivalências complexas” relacionados com a crença .

• Fornecemos informações do tipo ‘como’  com respeito a alternativas para o cumprimento da intenção positiva ou propósito da crença limitante .

• Esclarecemos ou atualizamos as relações fundamentais que formam o senso de missão e propósito

Recebemos apoio positivo a nível de identidade.

crenças limitantes

Estrutura básica das crenças 

Alguma coisa CAUSA outra, ou Algo EQUIVALE OU SIGNIFICA outra coisa. Exemplos: aulas de matemática me fazem ficar irritado (algo causa alguma coisa). Velhos são sozinhos (chegar a velhice equivale a ser só).

Identifique uma crença limitante que ainda esteja experimentando

Mais importante do que entender as origens exatas da crença limitante, é definir qual o resultado que você quer gerar para substituir a situação limitante. O que quer, especificamente?

Essa parte que te mantém – ainda – repetindo esse padrão de significado e atitude internos e eventualmente se expressando em comportamento, está tentando fazer o que  ou cumprir o que por você através disso?

Vamos dizer num exemplo que existe uma parte que te faz ficar com raiva para que você possa se expressar (que seria o que a parte está tentando fazer por você. Nesse exemplo: se estressar.). Como seria possível  sentir ou fazer algo mais saudável que raiva e – ainda assim – se expressar?

Como é possível preservar o que essa parte tenta fazer de bom por você e – ainda assim – você escolher mudar para melhor?

Por mais ou menos desafiador que seja o que ainda está experimentando, isso é uma oportunidade para que?

Conclusão

Como vimos, as crenças limitantes são interpretações e pensamentos que muitas vezes assumimos como verdade e que acabam sendo um obstáculo para desenvolver nossas competências, habilidades e emoções.

Podem ser consideradas concepções falsas ou que contém um pouco de verdade, mas que limitam a pessoa em se esforçar para retirá-las de sua rotina. Desafiar as crenças limitantes é fundamental, entendendo que a prática de bons pensamentos para se desenvolver pessoal e profissionalmente devem ser prioridades na sua vida.

E isso é assunto para um próximo artigo! 

Você também poderá gostar de ler:

Como a programação neurolinguística pode ajudar na liderança e no desenvolvimento?

Categorias
Hipnose PNL Psicologia Soft Skills

ALÉM DA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Muito se fala sobre inteligência emocional e sua importância no mundo moderno

E se além da inteligência emocional existissem outras inteligências? E se essas inteligências combinadas pudessem construir um modelo invejavel de habilidades que são valorizadas em qualquer epoca, por qualquer pessoa? Nesse artigo irei trazer cada uma delas para que você entenda que precisamos muito mais do que apenas gerir nossas emoções.

EQ = inteligência emocional
EQ = inteligência emocional

Formado no campo da psicologia e da neurologia, o cientista norte-americano Howard Gardner gerou forte impacto na área educacional com sua teoria das inteligências múltiplas no início da década de 1980. Desenvolveu interesse pelos processos de aprendizagem e pesquisou as descobertas do suíço Jean Piaget (1896-1980). Mas sua dedicação à música e às artes desde a infância, o levou a supor que as noções consagradas a respeito das aptidões intelectuais humanas eram parciais e insuficientes.

O padrão mais aceito para a avaliação de inteligência eram os testes de QI, criados no início do século 20 pelo psicólogo francês Alfred Binet (1857-1911) a pedido do ministro da Educação da França. O QI (quociente de inteligência) mede a capacidade de dominar o raciocínio (lógico-matemático), mas durante muito tempo foi tomado como sendo o padrão para aferir se as crianças correspondiam ao desempenho escolar esperado para a idade delas. 

DE ONDE MUITAS INTELIGÊNCIAS SURGEM

Binet acreditou que, como o aprendizado dos símbolos e raciocínios matemáticos envolve maior dificuldade do que o de palavras, este seria um bom parâmetro para destacar alunos mais e menos inteligentes. Piaget também destacou essa dificuldade e, por isso,  houve a grande valorização da inteligência lógico-matemática. 

Auto conhecimento ajuda no desenvolvimento da inteligência emocional
Leia Também: https://hipnosecomneurociencias.com/neurociencias-das-ondas-cerebrais/

Gardner foi influenciado pelo norte-americano Robert Sternberg, que estudou as variações dos conceitos de inteligência em diferentes culturas. 

Na elaboração de sua teoria, ele partiu da observação do trabalho dos gênios. Ficou claro que a manifestação da genialidade humana é bem mais específica que generalista, uma vez que bem poucos gênios o são em todas as áreas. 

Gardner observou mais evidências no estudo de pessoas com lesões e disfunções cerebrais, que o ajudou a formular hipóteses sobre a relação entre as habilidades individuais e determinadas regiões do órgão. 

Finalmente, Gardner usou dados do mapeamento encefálico mediante técnicas surgidas nas décadas recentes. Suas conclusões, como a maioria das que se referem ao funcionamento do cérebro, são eminentemente empíricas.

Ele concluiu, a princípio, que há sete tipos de inteligência:

1. Lógico-matemática: capacidade de realizar operações numéricas e de fazer deduções. 

2. Linguística: habilidade de aprender idiomas e de usar a fala e a escrita para atingir objetivos. 

3. Espacial: disposição para reconhecer e manipular situações que envolvam apreensões visuais. 

4. Físico-cinestésica: potencial para usar o corpo com o fim de resolver problemas ou fabricar produtos. 

5. Interpessoal: capacidade de entender as intenções e os desejos dos outros e consequentemente de se relacionar bem em sociedade e 5.1.Intrapessoal: inclinação para se conhecer e usar o entendimento de si mesmo para alcançar certos fins. 

6. Musical: aptidão para tocar, apreciar e compor padrões musicais.

Gardner acrescentou à lista:

7. Inteligências natural (reconhecer e classificar espécies da natureza)  

8. existencial (refletir sobre questões fundamentais da vida humana) 

Gardner sugeriu o agrupamento da inteligência interpessoal e da intrapessoal numa só 

A teoria das múltiplas inteligências parecem nos ensinar que existem talentos diferenciados para atividades específicas. O físico Albert Einstein tinha excepcional aptidão lógico-matemática, mas provavelmente não dispunha do mesmo pendor para outros tipos de habilidade. O mesmo pode ser dito da veia musical de Wolfgang Amadeus Mozart ou da inteligência físico-cinestésica de Pelé. Por outro lado, embora essas capacidades sejam independentes, raramente funcionam de forma isolada.

Além da inteligência emocional, físico-sinéstesica
Além da inteligência emocional, físico-sinéstesica

Para Gardner, cada indivíduo nasce com um vasto potencial de talentos ainda não moldado pela cultura, o que só começa a ocorrer por volta dos 5 anos. Segundo ele, a educação não leva em conta os vários potenciais de cada um. Além disso, é comum que essas aptidões sejam sufocadas pelo hábito nivelador de grande parte das escolas. Preservá-las já seria um grande serviço ao aluno. 

POR QUE INTELIGÊNCIA EMOCIONAL?

A inteligência emocional (IE) é um famoso conceito da Psicologia desenvolvido por Daniel Goleman em seu livro de mesmo nome, embora o conceito já tivesse sido enunciado pelos psicólogos Peter Salovey e John Mayer, os quais a definiram como a habilidade de processar as informações que as emoções nos trazem e canalizar essa informação em atitudes saudáveis.

Segundo Goleman, a IE se refere a todo um conjunto de cinco habilidades: reconhecer as suas próprias emoções; ter gerência sobre as mesmas quando necessário; aproveitar o poder impulsionador quando for o caso; reconhecer as emoções de outras pessoas; saber aplicar as habilidades anteriores em relacionamentos interpessoais.

Trabaho em equipe é sinônimo de inteligência emocional
Leia também: https://hipnosecomneurociencias.com/causas-e-efeitos-da-depressao-no-cerebro/

Uma pessoa com boa IE tende a lidar melhor com as suas emoções,  o stress, além de  perceber o humor das outras pessoas.

Há muita explicação e conceituação disponível, porém poucas sugestões de trabalhos para desenvolvê-la, como proponho nesta obra.

Para  ter mais inteligência emocional, você precisa: 

1. Criar o hábito de negociar consigo mesmo para desenvolver inteligência emocional

Mediar, de maneira justa, o seu lado racional e o lado emocional.

Infelizmente, muitas pessoas não conseguem fazer essa negociação pessoal, porque estão ocupadas se deixando levar pelos impulsos do momento.

Para isso, precisamos também de um outro tipo de habilidade…

2. Tolerar o desconforto é sinônimo de inteligência emocional

Esta é a capacidade de lidar com uma situação de raiva, frustração ou tristeza.

Apesar de  contra intuitivo, é um equívoco pensarmos que, se estamos nos sentindo mal, precisamos fazer algo para nos sentirmos bem imediatamente. Ou mesmo solucionar imediatamente alguma coisa. Nem sempre a primeira resposta que nos aparece é a melhor. Muitas vezes vamos precisar de tempo.

Muitas pessoas pensam que dominar as suas emoções significa nunca mais ficar triste. É impossível para o nosso cérebro produzir prazer e satisfação o tempo todo. 

Humanos acostumam-se com o que tem de bom e desejam mais, o que é conhecido como esteira hedônica, e isso faz parte de sermos humanos.

É um erro simplesmente evitar nossas emoções negativas. Apesar de desconfortáveis, elas fazem parte de nossa vida e constituem uma dualidade na questão existencial: Vamos ter  ou buscar emoções positivas porque temos como referência emoções negativas ou contrárias às mesmas. As emoções em geral, especialmente as negativas, servem como uma espécie de parâmetro para pensar o “todo” que constitui nossa vida . Podemos ouvir a mensagem, ou como sugere a PNL, a “ intenção positiva” que elas estão comunicando, avaliando o que podemos fazer para lidar com a questão.

POR QUE É IMPORTANTE DESENVOLVER A INTELIGÊNCIA EMOCIONAL?

A importancia da inteligência emocional no mundo moderno é cada vez mais evidente
A importancia da inteligência emocional no mundo moderno é cada vez mais evidente

Comparada com  o QI (quociente de inteligência), o seu QE (quociente emocional) tem um impacto menos óbvio, mas igualmente significativo na sua vida.

Habilidades sociais, empatia e estabilidade emocional  habilidades  cada vez mais exigidas para cargos de liderança, gestão e interação com pessoas,  sendo hoje um grande diferencial no mercado de trabalho. Uma pessoa com boa IE é vista pelos seus colegas e amigos como  madura e alguém com quem se deseja ter uma relação. 

Isso acontece em parte pela habilidade que esta pessoa tem de lidar com e negociar consigo,  o que possibilita um alto nível de produtividade e desenvolvimento pessoal e profissional que se destaca da maioria das outras pessoas. Quanto melhor alguém sabe se relacionar com os outros, mais os outros vão querer se relacionar com aquela pessoas, seja no contexto pessoal ou profissional.

O desenvolvimento das soft skills acabam despertando essas habilidades de lidar e negociar consigo e com a observação emocional de si e de outros. 

Já imaginou podendo desenvolver cada uma dessas habilidades, incluindo inteligência emocional? Preparamos algo pra você que pretende evoluir cada uma delas, em nosso portal de desenvolvimento humano com um expert no assunto.

Aprenda mais sobre inteligência emocional no HN Prime

Se ainda não está inscrito preparamos uma oportunidade para adquirir com 50% de desconto.

Acesse e saiba como adquirir clicando aqui!

Categorias
PNL Psicologia Soft Skills Tecnologia Uncategorized

DESENVOLVIMENTO HUMANO E A INDÚSTRIA 4.0

JÁ SE IMAGINOU PODENDO CHEGAR AO CARGO QUE SEMPRE SONHOU?

Poder construir algo do zero, se tornando referência do mercado? Habilidades humanas são literalmente capazes de te guiar até o resultado desejado.

Nesse artigo vou falar como nossa indústria vem evoluindo cada vez mais rápido, e quais são as habilidades sofisticadas capazes de fazer com que você tenha sucesso em acompanhar as tendências que estão por trás da indústria 4.0.

A DIFERENÇA QUE FAZ DIFERENÇA… Indústria 4.0

Como seria se você se desenvolvesse de forma adequada e sob medida para suas necessidades pessoais e profissionais, destacando-se de seus concorrentes pelo uso de habilidade essenciais de grande importância fortemente valorizadas e esperadas por gestores, organizações e pela vida nos tempos atuais?

E se você pudesse aprender passo a passo como fazer isso, ou ajudar outras pessoas a fazerem o mesmo ganhando por essa consultoria?

O GRANDE DESAFIO

Vivemos atualmente na Era da Informação conhecida como Era Digital ou Era Tecnológica, sendo também conhecida como Terceira Revolução Industrial.

Ela teve seu início entre a metade e o fim do século XX, mais especificamente, entre as décadas de 1950 e 1970 com a criação e a popularização de itens como microprocessadores, fibra ótica e computadores pessoais.

O mercado se modifica deixando de privilegiar a indústria tradicional e passando a valorizar a informação e a tecnologia em maior escala, o que constituiu uma nova forma de habitar e transformar o espaço geográfico no qual vivemos, evoluindo até a indústria 4.0. 


O período anterior à Era da Informação foi a Era Industrial. Ela é marcada especialmente pela primeira e segunda revolução industrial. Duas revoluções já foram vividas na Era Digital.

Group of people working out business plan in an office

A PRIMEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

A transição do sistema feudal para o capitalismo é o grande marco da Primeira Revolução Industrial que acontece por volta de 1800, sendo a Inglaterra o país pioneiro com a instalação de fábricas, e o desenvolvimento de máquinas para realizar trabalhos até então manuais e artesanais.

A instauração de trabalho assalariado e a divisão da sociedade entre assalariados e detentores dos meios de produção se inicia nesse período. 

A SEGUNDA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

A Segunda Revolução Industrial se iniciou em 1850 e perdurou aproximadamente até o fim da II Guerra Mundial, em 1945.

A principal característica do período é a distribuição do modelo industrializado inglês a outros países do mundo. 

Enquanto no passado a energia a vapor e o carvão eram a força motriz industrial da Primeira Revolução, agora o petróleo e a eletricidade passam a impulsionar as fábricas, permitindo o surgimento de outros modelos de organização da produção industrial.

A TERCEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

A Terceira Revolução Industrial ou PRIMEIRA REVOLUÇÃO DIGITAL é o período no qual vivemos, com início entre os anos 50 e 70, com o domínio de indústrias e áreas do conhecimento como a robótica, a genética e a informática, além da criação da Internet, que surgiu durante a Guerra Fria. 

A tecnologia de ponta, a instalação de empresas multinacionais e a consolidação do capitalismo financeiro são algumas das principais características dessa fase. 

A INDÚSTRIA 4.0

Klaus Schwab, diretor e fundador do Fórum Econômico Mundial e autor do livro “A Quarta Revolução Industrial” — já começam a sinalizar a possibilidade de estarmos vivendo uma nova transição. 

A popularização da Internet afetou drasticamente a forma como nos relacionamos e como consumimos.

Várias tendências do mundo digital sugerem que novas transformações estão por vir como a Internet das coisas, a inteligência artificial e a “machine learning’’ (aprendizagem de máquinas).

Leia também: https://hipnosecomneurociencias.com/as-inteligencias-multiplas/

A ERA DA INFORMAÇÃO

A Era da Informação modificou bastante as relações sociais e a forma de consumo.

Uma das características é a possibilidade de armazenamento de grandes volumes de informação e a adoção de uma cultura ‘’data driven’’ (orientada por dados). 


Novas tecnologias passam a fazer parte das organizações e precisam ser incorporadas a diferentes setores, tanto para automatizar quanto para otimizar algum processo, ou mesmo para melhorar o atendimento e o relacionamento com o público.

Nesse cenário, consumidores têm novos comportamentos e expectativas cada vez mais altas sobre produtos e serviços, e o Marketing de negócios de diferentes nichos precisa estar de acordo.

 
Thomas Friedman, colunista do The New York Times, defende que há três acelerações que explicam o mundo hoje: das mudanças climáticas, do mercado e da Lei de Moore – que dita que a capacidade dos computadores dobra a cada dois anos.

“Essas três acelerações estão interagindo e mudando o mundo em cinco áreas: política, geopolítica, mercado de trabalho, ética e comunidade”, afirma.

Mais adiante ele continua:  “a velocidade de avanço das tecnologias superou a capacidade humana”. 

Segundo ele, a habilidade humana cresceu gradualmente ao longo da história, enquanto a tecnologia pouco evoluiu até o século XX.

A partir desse ponto, o avanço tecnológico começa a acelerar: “estamos em um momento em que tecnologia está evoluindo mais rápido do que a capacidade humana”.


O valor e volume atribuído às informações dobram cada vez mais em menor tempo. As mesmas 24 horas não bastam para fazermos o que já estava no limite.         

Leia Também: https://hipnosecomneurociencias.com/a-neurociencia-por-tras-da-realidade-virtual/

O NOVO MUNDO

O mundo torna-se um local cada vez mais complexo e diverso e a certeza da incerteza e a constância das mudanças começaram a exigir que pessoas, especialmente no ambiente de trabalho, habilidades-chaves mandatórias no relacionamento com outras pessoas e na execução de suas atividades e tarefas.

O desafio é que tais habilidades, não estão disponíveis para serem aprendidas no ensino tradicional.

Atualmente essas habilidades são chamadas “SOFT SKILLS”, e já são levadas em consideração em larga escala por empresas quando pensam em contratar ou demitir pessoas, especialmente pessoas ocupando cargos e funções estratégicos.

Quanto mais modernas e desenvolvidas as organizações forem se tornando, mais os profissionais precisarão dessas competências não-técnicas, porém bastante estratégicas.  

Hard skills são habilidades técnicas ensinadas nos cursos de formação, graduação e preparatórios.

São facilmente mensuráveis e seguem padrões específicos, como habilidades de um profissional, fluência em um idioma ou domínio de uma ferramenta.

Existem processos conhecidos, objetivos e confiáveis para avaliar tais habilidades. 

Soft skills são as competências que se relacionam com a personalidade e o comportamento do profissional, envolvem aptidões mentais, emocionais e sociais.

São habilidades particulares, pois nascem de acordo com as experiências, cultura, criação e educação de cada pessoa, contextos específicos, entre outros fatores, que são fundamentais na indústria 4.0.  

Como as soft skills também estão relacionadas à sua forma de se relacionar e interagir com as pessoas, os padrões através dos quais elas estão configuradas afetam os relacionamentos no ambiente corporativo e por consequência, a produtividade da equipe. 

Além de serem difíceis de avaliar,não são adquiridas com a capacitação técnica tradicional das escolas, universidades e cursos técnicos.


Além disso, soft skills são mais desafiadoras de serem definidas, identificadas e trabalhadas nas pessoas, pois não tem a objetividade e a métrica adotadas para as hard skills.

AS HABILIDADES DA NOVA INDÚSTRIA 4.0

Habilidades como influência, liderança, resiliência, coordenação motivacional, empatia, colaboração e comunicação são todas competências baseadas na inteligência emocional e nas inteligências múltiplas, elas distinguem os profissionais incríveis da média.

Estas também são habilidades fundamentais para um líder facilitador, alguém cada vez mais buscado no mercado, seja por sua capacidade de criar espaços de debate e reflexão de qualidade, ou por capacidade de produzir soluções de efeito coletivo e inovador.

Gostou? Aproveite e saiba como esse conteúdo pode te ajudar a eliminar definitivamente da sua vida descontroles como o estresse, a ansiedade, a síndrome do pânico e a escassez financeira.

Acesse agora a maior comunidade de hipnose e neurociências do Brasil, e aprenda como virar o jogo em mercados ainda inexplorados a um passo das suas mãos:

HN Prime – A plataforma de educação de Hipnose com Neurociências

X