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O que é síndrome de burnout?

A síndrome de Burnout (do inglês to burn out, Algo como queimar por completo), também chamada de Síndrome do esgotamento Profissional, foi assim denominada pelo psicanalista alemão  Freudenberger, após constatá-la em si mesmo, no início dos anos 70.

Muitas pessoas brilhantes estão, neste momento, em estados mentais que limitam sua capacidade. E isso é terrível para suas carreiras.

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Quais são as causas da Síndrome de Burnout?

A síndrome de burnout é um distúrbio psíquico causado pela exaustão extrema, sempre relacionada ao trabalho de um indivíduo. Essa condição também é chamada de “síndrome do esgotamento profissional” e afeta quase todas as tarefas da vida de um indivíduo.

Ela é o resultado direto do acúmulo excessivo de estresse, de tensão emocional e de trabalho e é bastante comum em profissionais que trabalham sob pressão constante, como médicos, publicitários e professores.

Toda essa pressão, ansiedade e nervosismo resultam em uma depressão profunda, que precisa de acompanhamento médico constante.

A tendência é que a síndrome de burnout se torne cada vez mais comum, sendo que seu diagnóstico é realizado por meio de uma consulta médica com um psicólogo ou um psiquiatra.

Os Sintomas da Símdrome de Burnout

Nos dias de hoje você recebe uma quantidade enorme de informação, estimulando ainda mais que o quadro seja cada vez mais comum, o que dificulta o processo criativo e de inovação.

Entre os sintomas estão:

– Cansaço mental e físico excessivos;

– Insônia;

– Dificuldade de concentração;

– Perda de apetite;

– Irritabilidade e agressividade;

– Lapsos de memória;

– Baixa autoestima;

– Desânimo e apatia;

– Dores de cabeça e no corpo;

– Negatividade constante;

– Sentimentos de derrota, de fracasso e de insegurança;

– Isolamento social;

– Pressão alta e

– Tristeza excessiva.

O tratamento

Algumas estratégias utilizadas para lidar com o estresse são:

  • Realizar atividades de relaxamento;
  • Organizar o tempo e decidir quais são as prioridades;
  • Manter uma dieta equilibrada ou balanceada e fazer exercícios;
  • Discutir os problemas com colegas de profissão;
  • Tirar o dia de folga;
  • Procurar ajuda profissional na medicina convencional ou terapias alternativas;
  • Se permitir reservar tempo para conversar e relaxar com amigos e familiares;
  • Participar de cursos e workshops;
  • Fazer mais elogios a si mesmo, reforçar suas práticas e respeitar seu trabalho;
  • Praticar pelo menos uma atividade física;
  • Delegar, ou ser aconselhado nas tomadas de decisão e melhorar a comunicação.
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Como você pode ver, o burnout relaciona-se estreitamente com as condições desmotivadoras no trabalho. o que afeta, na maioria dos casos, o desempenho do profissional. A ausência de fatores motivacionais acarreta o estresse profissional, fazendo com que o profissional largue seu emprego, ou, quando nele se mantém, trabalhe sem muito apego.

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DESENVOLVIMENTO HUMANO E A INDÚSTRIA 4.0

JÁ SE IMAGINOU PODENDO CHEGAR AO CARGO QUE SEMPRE SONHOU?

Poder construir algo do zero, se tornando referência do mercado? Habilidades humanas são literalmente capazes de te guiar até o resultado desejado.

Nesse artigo vou falar como nossa indústria vem evoluindo cada vez mais rápido, e quais são as habilidades sofisticadas capazes de fazer com que você tenha sucesso em acompanhar as tendências que estão por trás da indústria 4.0.

A DIFERENÇA QUE FAZ DIFERENÇA… Indústria 4.0

Como seria se você se desenvolvesse de forma adequada e sob medida para suas necessidades pessoais e profissionais, destacando-se de seus concorrentes pelo uso de habilidade essenciais de grande importância fortemente valorizadas e esperadas por gestores, organizações e pela vida nos tempos atuais?

E se você pudesse aprender passo a passo como fazer isso, ou ajudar outras pessoas a fazerem o mesmo ganhando por essa consultoria?

O GRANDE DESAFIO

Vivemos atualmente na Era da Informação conhecida como Era Digital ou Era Tecnológica, sendo também conhecida como Terceira Revolução Industrial.

Ela teve seu início entre a metade e o fim do século XX, mais especificamente, entre as décadas de 1950 e 1970 com a criação e a popularização de itens como microprocessadores, fibra ótica e computadores pessoais.

O mercado se modifica deixando de privilegiar a indústria tradicional e passando a valorizar a informação e a tecnologia em maior escala, o que constituiu uma nova forma de habitar e transformar o espaço geográfico no qual vivemos, evoluindo até a indústria 4.0. 


O período anterior à Era da Informação foi a Era Industrial. Ela é marcada especialmente pela primeira e segunda revolução industrial. Duas revoluções já foram vividas na Era Digital.

Group of people working out business plan in an office

A PRIMEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

A transição do sistema feudal para o capitalismo é o grande marco da Primeira Revolução Industrial que acontece por volta de 1800, sendo a Inglaterra o país pioneiro com a instalação de fábricas, e o desenvolvimento de máquinas para realizar trabalhos até então manuais e artesanais.

A instauração de trabalho assalariado e a divisão da sociedade entre assalariados e detentores dos meios de produção se inicia nesse período. 

A SEGUNDA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

A Segunda Revolução Industrial se iniciou em 1850 e perdurou aproximadamente até o fim da II Guerra Mundial, em 1945.

A principal característica do período é a distribuição do modelo industrializado inglês a outros países do mundo. 

Enquanto no passado a energia a vapor e o carvão eram a força motriz industrial da Primeira Revolução, agora o petróleo e a eletricidade passam a impulsionar as fábricas, permitindo o surgimento de outros modelos de organização da produção industrial.

A TERCEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

A Terceira Revolução Industrial ou PRIMEIRA REVOLUÇÃO DIGITAL é o período no qual vivemos, com início entre os anos 50 e 70, com o domínio de indústrias e áreas do conhecimento como a robótica, a genética e a informática, além da criação da Internet, que surgiu durante a Guerra Fria. 

A tecnologia de ponta, a instalação de empresas multinacionais e a consolidação do capitalismo financeiro são algumas das principais características dessa fase. 

A INDÚSTRIA 4.0

Klaus Schwab, diretor e fundador do Fórum Econômico Mundial e autor do livro “A Quarta Revolução Industrial” — já começam a sinalizar a possibilidade de estarmos vivendo uma nova transição. 

A popularização da Internet afetou drasticamente a forma como nos relacionamos e como consumimos.

Várias tendências do mundo digital sugerem que novas transformações estão por vir como a Internet das coisas, a inteligência artificial e a “machine learning’’ (aprendizagem de máquinas).

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A ERA DA INFORMAÇÃO

A Era da Informação modificou bastante as relações sociais e a forma de consumo.

Uma das características é a possibilidade de armazenamento de grandes volumes de informação e a adoção de uma cultura ‘’data driven’’ (orientada por dados). 


Novas tecnologias passam a fazer parte das organizações e precisam ser incorporadas a diferentes setores, tanto para automatizar quanto para otimizar algum processo, ou mesmo para melhorar o atendimento e o relacionamento com o público.

Nesse cenário, consumidores têm novos comportamentos e expectativas cada vez mais altas sobre produtos e serviços, e o Marketing de negócios de diferentes nichos precisa estar de acordo.

 
Thomas Friedman, colunista do The New York Times, defende que há três acelerações que explicam o mundo hoje: das mudanças climáticas, do mercado e da Lei de Moore – que dita que a capacidade dos computadores dobra a cada dois anos.

“Essas três acelerações estão interagindo e mudando o mundo em cinco áreas: política, geopolítica, mercado de trabalho, ética e comunidade”, afirma.

Mais adiante ele continua:  “a velocidade de avanço das tecnologias superou a capacidade humana”. 

Segundo ele, a habilidade humana cresceu gradualmente ao longo da história, enquanto a tecnologia pouco evoluiu até o século XX.

A partir desse ponto, o avanço tecnológico começa a acelerar: “estamos em um momento em que tecnologia está evoluindo mais rápido do que a capacidade humana”.


O valor e volume atribuído às informações dobram cada vez mais em menor tempo. As mesmas 24 horas não bastam para fazermos o que já estava no limite.         

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O NOVO MUNDO

O mundo torna-se um local cada vez mais complexo e diverso e a certeza da incerteza e a constância das mudanças começaram a exigir que pessoas, especialmente no ambiente de trabalho, habilidades-chaves mandatórias no relacionamento com outras pessoas e na execução de suas atividades e tarefas.

O desafio é que tais habilidades, não estão disponíveis para serem aprendidas no ensino tradicional.

Atualmente essas habilidades são chamadas “SOFT SKILLS”, e já são levadas em consideração em larga escala por empresas quando pensam em contratar ou demitir pessoas, especialmente pessoas ocupando cargos e funções estratégicos.

Quanto mais modernas e desenvolvidas as organizações forem se tornando, mais os profissionais precisarão dessas competências não-técnicas, porém bastante estratégicas.  

Hard skills são habilidades técnicas ensinadas nos cursos de formação, graduação e preparatórios.

São facilmente mensuráveis e seguem padrões específicos, como habilidades de um profissional, fluência em um idioma ou domínio de uma ferramenta.

Existem processos conhecidos, objetivos e confiáveis para avaliar tais habilidades. 

Soft skills são as competências que se relacionam com a personalidade e o comportamento do profissional, envolvem aptidões mentais, emocionais e sociais.

São habilidades particulares, pois nascem de acordo com as experiências, cultura, criação e educação de cada pessoa, contextos específicos, entre outros fatores, que são fundamentais na indústria 4.0.  

Como as soft skills também estão relacionadas à sua forma de se relacionar e interagir com as pessoas, os padrões através dos quais elas estão configuradas afetam os relacionamentos no ambiente corporativo e por consequência, a produtividade da equipe. 

Além de serem difíceis de avaliar,não são adquiridas com a capacitação técnica tradicional das escolas, universidades e cursos técnicos.


Além disso, soft skills são mais desafiadoras de serem definidas, identificadas e trabalhadas nas pessoas, pois não tem a objetividade e a métrica adotadas para as hard skills.

AS HABILIDADES DA NOVA INDÚSTRIA 4.0

Habilidades como influência, liderança, resiliência, coordenação motivacional, empatia, colaboração e comunicação são todas competências baseadas na inteligência emocional e nas inteligências múltiplas, elas distinguem os profissionais incríveis da média.

Estas também são habilidades fundamentais para um líder facilitador, alguém cada vez mais buscado no mercado, seja por sua capacidade de criar espaços de debate e reflexão de qualidade, ou por capacidade de produzir soluções de efeito coletivo e inovador.

Gostou? Aproveite e saiba como esse conteúdo pode te ajudar a eliminar definitivamente da sua vida descontroles como o estresse, a ansiedade, a síndrome do pânico e a escassez financeira.

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Hipnoterapia Mas afinal, o que é hipnoterapia?

Hipnoterapia é uma prática muito eficiente para mudar crenças ou comportamentos e produz resultados bem imediatos. Essa prática funciona combinando hipnose e terapia com objetivos orientados e específicos, com foco no uso de recursos da mente subconsciente ou inconsciente. Alguns pacientes podem preferir ou responder melhor a outros tipos de terapia.

Hipnoterapia não é uma panaceia que cure todos os males e problemas da humanidade como muitos insistem em vender! Quando em transe, o corpo da pessoa não sabe a diferença entre o que é imaginado e o que é real. As respostas corporais são as mesmas. No entanto, no nível mental, o paciente sabe que está imaginando apesar de responder fisicamente como se tivesse acontecendo. Isso faz da hipnoterapia um excelente recurso para mudanças poderosas. Hipnoterapia: Uma Reavaliação As informações abaixo têm como base o artigo “Hipnoterapia: uma reavaliação”, por Alfred A. Barrios, que consiste numa compilação das principais informações sobre a hipnoterapia .

 • Ao longo dos anos, houve surtos periódicos de grande interesse em hipnose. Muitos fenômenos extraordinários têm sido atribuídos aos seus efeitos e grandes reivindicações feitas quanto à sua eficácia na terapia. No entanto, apesar de tais afirmações, ainda parecem ser relativamente poucos os tera Fonte: site http://michelmansur.com.br/atendimentos/hipnoterapia 114 terapeutas usando a hipnose como uma ferramenta importante. Por quê?

Será que é porque as críticas geralmente dirigidas à hipnose são verdadeiras? Que é superestimada, na verdade limitada a uma pequena gama de problemas, incapaz de produzir mudanças duradouras? Será que a remoção dos sintomas pela hipnose leva a novos sintomas? É perigosa? Não, existem demasiadas evidências clínicas contradizendo estas declarações. Tal evidência não pode mais ser ignorada.

 • Percebe-se que a razão principal por trás da rejeição da hipnose tem sido o fato de ser uma desconhecida para praticamente a maioria das pessoas. Parece ser de natureza humana evitar ou rejeitar qualquer coisa que não pareça se encaixar, ou ser explicada racionalmente, especialmente quando esta parece ser algo potencialmente poderosa.

 • Houve 1.018 artigos relacionados à hipnose nos últimos três anos (1966 a 1968), aproximadamente quarenta por cento destes relativos ao seu uso em terapia.

 • No mesmo período encontramos 899 artigos sobre terapia psicanalítica e 355 em terapia comportamental

. • Ao contrário da opinião popular de que a hipnose somente é eficaz em certos casos específicos de remoção de sintomas, uma vasta gama de categorias de diagnósticos foi tratada com sucesso através da hipnoterapia. Isso inclui reação de ansiedade, neurose obsessivo-compulsiva, reações histéricas e desordens sociopáticas (HUSSAIN, 1964), bem como epilepsia (STEIN, 1963), alcoolismo (CHONG TONG MUN,1966), frigidez (RICHARDSON,1963), gagueira e homossexualidade (ALEXANDER,1965), várias desordens psicossomáticas, incluindo asma, abortos espontâneos, dismenorreia, rinite alérgica, úlceras, dermatite, infertilidade e hipertensão (CHONG TONG MUN, 1964, 1966). Também, nos últimos anos, um número crescente de relatos indica que as psicoses são bem tratáveis com a hipnotera- 115 pia (ABRAMS, 1963, 1964; BIDDLE, 1967).

 • Três estudos em larga escala nos últimos cinco anos contêm resultados básicos.

• O estudo de Richardson (1963) lidou com setenta e seis casos de frigidez. Ele relata que 94,7% das pacientes melhoraram. O número médio de sessões necessárias foi 1,53. O critério para julgamento de melhora foi o aumento na porcentagem de orgasmos. A porcentagem de orgasmos subiu de uma média pré-tratamento de 24% para a média pós-tratamento de 84%. Acompanhamentos (período exato não relatado) demonstraram que somente duas pacientes foram incapazes de continuar a alcançar o clímax na mesma porcentagem apresentada quando o tratamento terminou. O método de tratamento de Richardson foi uma combinação de remoção direta de sintomas, exposição e remoção de causas encobertas, pois ele descobriu que somente a remoção direta de sintomas nem sempre era suficiente. Ele não relata fracassos de indução hipnótica.

 • O estudo de Chong Tong Mun (1964; 1966) abrangeu 108 pacientes que sofriam de asma, insônia, alcoolismo, dismenorreia, dermatite, estado de ansiedade e impotência. A porcentagem de pacientes que foram relatados como tendo melhora foi de 90%. O número médio de sessões foi cinco. O critério para julgamento de melhora foi a remoção ou a melhora dos sintomas. O período médio de acompanhamento foi de nove meses. O método de tratamento de Chong Tong Mun foi uma abordagem tripla. Com alguns pacientes ele trabalhou na reeducação do paciente em relação aos padrões de comportamento imediatamente subjacentes aos sintomas. Com outros ele primeiro retrocedeu o paciente de volta ao princípio original do sintoma. Após retroceder, ele reeducou o paciente para o fato de que a causa original não mais estava operante. Além disso, ele geralmente usava sugestões adicionais de remoção direta de sintomas. 

 • O estudo de Hussain (1964) relata 105 pacientes que sofriam de alcoolismo, promiscuidade sexual, impotência e frigidez, transtornos sociopáticos da personalidade, reações histéricas, transtornos de comportamento, transtornos de crianças em idade escolar, transtornos da fala e outras doenças psicossomáticas diferentes. A porcentagem de pacientes reportados como tendo melhorado foi de 95,2%. 

O número de sessões necessárias varia entre quatro e dezesseis. O critério para julgamento de melhora foi a completa ou quase completa remoção de sintomas. Em acompanhamentos que variaram de seis meses a dois anos, nenhum caso de recaída ou substituição de sintomas foi notado.

 • O uso principal da hipnose não é um meio de remoção direta de sintomas. Nem é o seu uso principal um método de descobrimento. A tendência atual é usar a hipnose para remover atitudes negativas, medos, padrões de comportamento que não se adaptam e auto imagens negativas subjacentes aos sintomas. O descobrimento de causas e remoção direta de sintomas ainda é usado até certo ponto, mas geralmente em conjunto com esta nova função principal.

 • A hipnoterapia psiquiátrica, tal como praticada hoje em dia pelos mais destacados médicos da área, têm em comum com todas as outras formas de tratamento psiquiátrico moderno o fato de se preocupar não somente com os sintomas apresentados, mas principalmente com o impasse dinâmico no qual o paciente se encontra e com sua estrutura de caráter (ALEXANDER, 1965).

 • A objeção de que os resultados da remoção de sintomas raramente será permanente certamente não é válida. Isso pode ter sido assim no passado, quando apenas a remoção era praticada e nada era feito para fortalecer a habilidade do paciente de lidar com sua dificuldade ou de encorajá-lo a ficar “de pé por si só” (HARTLAND, 1965). 117 • Muitos terapeutas rejeitaram a hipnose porque sua abordagem direta do sintoma no passado chocou-se violentamente com a abordagem dinâmica deles. Agora vemos que tal conflito não mais precisa existir.

 • Alguns hipnoterapeutas usam, em parte, uma abordagem histórica, regredindo até a infância do paciente e mudando suas atitudes em relação às causas destes padrões (FROMM, 1965; ABRAMS, 1963; CHONG TONG MUN, 1964; 1966). No entanto, em sua maior parte, a hipnoterapia é não histórica e, aparentemente, mais rápida. Se quiséssemos mudar a direção de um rio, seria muito mais fácil trabalhar sobre a corrente principal diretamente (uma vez localizada) do que subir rio acima, localizando todos os afluentes e apontando cada um em uma nova direção.

 • No passado, certos perigos foram atribuídos à hipnose, por exemplo: o perigo de uma crise psicótica, ou a substituição de sintomas mais prejudiciais. De acordo com vários pesquisadores (KROGER, 1963; ABRAMS, 1964), esses perigos foram excessivamente exagerados. Entretanto, quaisquer perigos que havia, foram virtualmente eliminados por esta nova abordagem. Os poucos acidentes que ocorreram no passado resultaram (1) do uso inapropriado da hipnose como um agente de revelação, ou (2) seu uso inapropriado como forma de remoção direta de sintomas. O primeiro tipo de uso inapropriado foi produzido por terapeutas que permitiam, ou forçam, que o paciente se tornasse consciente de informações reprimidas sem ser forte o suficiente para enfrentar. O segundo tipo de uso inapropriado ocorreu quando os terapeutas arrancavam um sintoma que o paciente usava como muleta, antes deste estar suficientemente forte para andar por si só.

 • Freud abandonou a hipnose por causa do “pequeno número de pessoas que podiam ser colocadas num estado profundo de hipnose”, naquela época, e porque na abordagem catártica, os 118 sintomas desapareciam primeiro, mas reaparecem mais tarde se a relação paciente-terapeuta fosse perturbada (FREUD, 1955, p. 237). Nos estudos acima, os únicos fracassos em indução hipnótica foram relatados por Chong Tong Mun (oito (8) fracassos em 108 pacientes). Isto pode significar uma entre duas coisas: os procedimentos de indução hipnótica melhoraram desde a época de Freud, ou que a abordagem de recondicionamento usada nestes estudos (em contraste com a abordagem catártica de Freud) não requer níveis muito profundos de hipnose. Existem evidências de que ambos os fatores podem estar envolvidos.

• Embora muitos tivessem pensado que a suscetibilidade hipnótica era um conjunto de traços de personalidade, existem vários estudos que agora parecem indicar que este não é o caso e que a responsividade pode ser aumentada por certas mudanças no procedimento de indução hipnótica (PASCAL; SALZBERG, 1959; SACHS; ANDERSON, 1967; BAYKUSHEV, 1969), bem como através de uma conversa introdutória (pré-talk) voltada a assegurar uma atitude positiva, uma expectativa apropriada e uma alta motivação em relação à hipnose (DORCUS, 1963; BARBER, 1969; BARRIOS, 1969).

 • Em relação à profundidade de hipnose necessária para a abordagem de recondicionamento funcionar, existem vários terapeutas que sentem que somente um estado leve de hipnose é necessário (VAN PELT, 1958; KLINE, 1958; KROGER, 1963). Um estudo por Barrios (1969) dá a esse argumento algum suporte: foi verificado que um aumento na condição da resposta salivar podia ser produzido quase tão eficazmente por níveis mais leves de hipnose quanto por níveis mais profundos.

 • A última afirmação nos faz indagar se a indução hipnótica é de algum modo necessária para que a abordagem de recondicionamento funcione. A julgar pelo trabalho de Wolpe (1958), parece que a hipnose não é um requisito absolutamente ne- 119 cessário. Esta ideia também seria apoiada pelo trabalho de Barber (1961, 1965), que descobriu que fenômenos hipnóticos podem ser produzidos sem uma prévia indução hipnótica. No entanto, a verdadeira questão a ser respondida não é se a indução hipnótica é absolutamente necessária, mas se ela pode, além disto, simplificar o processo de condicionamento. O próprio Wolpe concorda que a hipnose aparentemente simplifica o condicionamento: “Os pacientes que não podem relaxar não vão avançar com este método. Aqueles que podem ou não serem hipnotizados, mas que podem relaxar, vão fazer progressos, embora, aparentemente, mais lentamente do que quando a hipnose é usada” (WOLPE, 1958, p. 141, grifo do autor).

 • Tal como observado na teoria (BARRIOS, 1969), a sugestão hipnótica e em estado de alerta estão no mesmo espectro e a indução hipnótica deveria ser considerada como um procedimento através do qual podemos aumentar a probabilidade de obtermos uma resposta mais positiva à sugestão. A próxima questão a ser decidida agora não é se os procedimentos de indução hipnótica aumentam a responsividade (isto é muito bem aceito – por exemplo, BARBER, 1969), mas quais variáveis na indução hipnótica estão agindo como fatores chaves e o que pode ser feito para fortalecer a eficácia destes fatores.

• Na comparação de Wolpe das abordagens da psicanálise e de sua própria (WOLPE; SALTER; REYNA, 1964), verificamos o seguinte: baseado em todos os pacientes psiconeuróticos analisados, o número de pacientes curados ou que tiveram grande melhora através da psicanálise foi de: 45% em um estudo envolvendo 534 pacientes e 31% em outro estudo envolvendo 595 pacientes (os únicos dois estudos em larga escala na literatura sobre psicanálise). A duração média de tratamento para os pacientes com melhora (informada somente no primeiro estudo) foi de três a quatro anos com uma média de três a quatro sessões por semana, ou uma média de aproximadamente 600 sessões por paciente.

Na abordagem de Wolpe, verificamos, com 120 base em todos os pacientes analisados, que a taxa de recuperação foi de 65% em seu próprio estudo envolvendo 295 pacientes (geralmente relatados como 90% de 210 pacientes) e 78% num estudo de Lazarus envolvendo 408 pacientes. A duração do tratamento para os pacientes com melhora foi na média de trinta sessões no primeiro estudo e quatorze no Segundo.

• Calculando as estatísticas acima, concluímos que a hipnose ainda é encarada como uma prática “desconhecida” pela maioria dos terapeutas. Estes ainda não estão cientes de qualquer explicação racional para os fenômenos hipnóticos que os satisfizesse, uma explicação que colocasse esses fenômenos ao nível de fatos e leis observáveis. Enquanto a hipnose continuar a emitir um cheiro de misticismo e charlatanismo, ela continuará a ser rejeitada por muitos, não importando quão grandes sejam as reivindicações em seu nome.

• O terapeuta experiente realmente não deveria se surpreender com a eficácia da hipnose em simplificar a terapia. A indução hipnótica pode ser vista como uma técnica para estabelecer um rapport (entenda-se “empatia”) bem intenso, para estabelecer maior segurança, maior crença no terapeuta, pelo qual suas palavras serão muito mais eficazes. Para a teoria Wolpiana (também conhecida por “comportamental”), podemos esperar uma incidência de melhora de 72%, após uma média de 22 sessões e com a hipnoterapia podemos esperar uma incidência de melhora de 93%, após uma média de seis sessões.

• É interessante notar a correlação negativa entre o número de sessões e a porcentagem de incidência de melhora. À primeira vista isso parece paradoxal. No entanto, se uma forma de terapia é verdadeiramente eficaz, esta não apenas deveria aumentar a incidência de melhora, mas também encurtar o número de sessões necessárias (bem como ampliar a gama de casos tratáveis).

• Apesar de todos os relatórios encorajadores, continua a ser considerável a hesitação por parte dos psicoterapeutas para usarem a hipnose.

• Assim como Sundberg e Tyler (1962) observaram, uma das características comuns entre todos os métodos de psicoterapia é a tentativa de criar um forte relacionamento pessoal que possa ser usado como um veículo de mudança construtiva… É um fato significativo que muitos escritores teóricos, à medida que suas experiências aumentam, vêm a dar muito mais ênfase nesta variável (Sundberg e Tyler, 1962, p. 293-294).

• A questão que permanece, no entanto, é esta: qual é exatamente o processo pelo qual “meras palavras” podem produzir enormes mudanças na personalidade?

• Tal como observa a teoria da hipnose de Barrios (1969), a capacidade das palavras produzirem mudanças não é realmente tão difícil de compreender se estivermos familiarizados com os princípios do condicionamento de ordem superior. Primeiramente, sabemos que palavras podem agir como estímulos condicionados. Pavlov reconheceu este fato: Para o ser humano, obviamente a fala fornece estímulos condicionados que são tão reais como qualquer outro estímulo. A fala, levando-se em conta toda a vida precedente do adulto, está ligada com todos os estímulos internos e externos que podem alcançar o córtex, sinalizando todos eles e substituindo todos eles, podendo, portanto, trazer à tona todas aquelas reações do organismo que normalmente são determinadas pelos próprios estímulos reais (PAVLOV, 1960, p. 407).

• Hoje em dia, de acordo com os princípios do condicionamento de ordem superior, sabemos que ao unirmos a palavra 122 B com a palavra A transferiríamos a resposta produzida pela palavra B para a palavra A e consequentemente qualquer coisa que evocar a palavra A. Dessa maneira, por exemplo, se quisermos condicionar uma pessoa para ficar mais relaxada na presença das pessoas, uniremos as palavras “pessoas” (A) e “relaxada” (B), usando uma sentença ou sugestão tal como: “De agora em diante você se sentirá mais relaxada na presença das pessoas”. As formulações teóricas de Mowrer sobre as frases como um mecanismo condicionador (MOWRER, 1960) tendem a sustentar esta alegação. Naturalmente, sabemos que sob circunstâncias normais as sugestões não são sempre aceitas (e, portanto, o condicionamento nem sempre acontece quando uma sugestão apropriada é dada). Por que isso acontece?

• Osgood (1963) acredita que uma sugestão tenderá a ser rejeitada se for incongruente com as crenças e atitudes prévias do indivíduo ou suas percepções atuais. Parece então que se houvesse meios de eliminar estas últimas, seríamos capazes de ter uma sugestão mais prontamente aceitável, simplificando então o condicionamento de ordem superior. A hipnose é um destes meios.

• Assim, chegamos à razão da hipnose ser tão eficaz na simplificação da terapia: as percepções, crenças e atitudes dissonantes se abstêm de interferir com a sugestão (e assim com o condicionamento). Como disse Pavlov: O comando do hipnotizador, em correspondência com a lei geral, concentra a excitação no indivíduo (que está numa condição de inibição parcial) em alguma região clara e distintamente estreita, ao mesmo tempo intensificando (por indução negativa) a inibição do resto do córtex e dessa maneira abolindo todos os efeitos conflitantes dos estímulos contemporâneos (percepções atuais) e sinais deixados por aqueles anteriormente recebidos (crenças e atitudes prévias). Isto explica a grande e insuperável influência das sugestões como um es- 123 tímulo durante a hipnose, bem como logo após esta” (Pavlov, 1960, p 407).

• Como exemplo, vamos considerar que queremos mudar a autoimagem de um paciente daquela de uma pessoa incompetente para uma mais autoconfiante. Se sob circunstâncias comuns sugeríssemos que ele não mais se sentisse incompetente, isto muito provavelmente teria pouco êxito. Isto ocorre por que a autoimagem negativa do paciente, geralmente sempre presente e inteiramente dominante, rapidamente suprime qualquer imagem positiva sugerida, ou pelo menos evitaria que esta fosse muito vívida ou real. Mas no estado hipnótico super sugestivo as condições são diferentes. A autoimagem negativa do paciente é mais facilmente inibida e, portanto, deve ser menos propensa a interferir quando evocamos a autoimagem positiva através da sugestão. Como resultado, o condicionamento pode acontecer e novas associações podem ser feitas.

A pessoa pode autenticamente imaginar-se se sentindo autoconfiante em várias situações e estas novas associações condicionadas, por sua vez, podem resultar em um novo comportamento. Esta nova atitude pode agora tornar-se permanente, por meio de auto reforço, assim como sua velha atitude negativa tinha sido mantida estável pelo autor reforço. Enquanto o paciente tem atitudes negativas, estas são auto reforçadas. Elas fazem com que ele se sinta tenso, aja inoportunamente e cometa muitos erros. Além disso, ele provavelmente não acreditaria em qualquer elogio ou qualquer ocorrência positiva, caso aconteçam. Mas se esta auto imagem negativa tiver sido substituída por uma positiva, o ciclo oposto pode resultar. Ao ser mais confiante e descontraído, ele naturalmente tenderá a ser mais aceito. Além disso, ele estará agora mais aberto a acreditar e aceitar os elogios e resultados positivos.

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Fonte: A Hipnose sem Segredos – André Percia, Ca 11, pg 113

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A NEUROCIÊNCIA POR TRÁS DA REALIDADE VIRTUAL

Imagine se fosse possível você entrar em uma sala de aula com um professor e aprender, sem sequer sair do conforto da sua casa e ainda voltar no tempo para rever a mesma aula. Seria no mínimo interessante, não é mesmo!??? 

Tecnologias disruptivas têm se mostrado cada vez mais ousadas no quesito experiência do usuário. Nesse artigo veremos como nosso cérebro pode receber novas realidades, em uma perspectiva cientificamente sofisticada.

COMO A REALIDADE VIRTUAL PODE PARECER REAL?????

Ambientes de realidade virtual (VR) podem ser tão pequenos quanto a cabine de um avião ou tão grande quanto um mundo virtual inteiro. Esses ambientes são projetados para ser o mais realista possível. Imersão se refere o quanto a tecnologia pode simular as maneiras como sentimos e percebemos o mundo em nossa vida cotidiana, já que o que achamos ser realidade nada mais é do que uma interpretação dos nossos sentidos. A Realidade Virtual é considerada imersiva quando nossa experiência em um mundo virtual é semelhante à nossa experiência no mundo real. No mundo real, por exemplo, você pode andar ou correr em velocidades diferentes. Se você fosse em um mundo virtual e você só poderia se mover em uma velocidade, então o mundo virtual não seria imersivo se sua experiência em Reralidade Virtual não combinar com sua experiência do mundo real, onde você pode caminhar ou correr em velocidades variadas.

A tecnologia por trás da Reralidade Virtual foi projetada para nos fazer setir como se tivéssemos deixado o lugar em que estamos e estivemos sido transportado para algum lugar completamente diferente. Quanto mais convincente (ou imersivo) o mundo virtual é, mais começamos a acreditar – ou em menos sentindo como se estivéssemos no ambiente virtual.

Então, como isso acontece? Vamos imaginar que vamos construirum universo alternativo para um amigo experimentar; precisa ser muito convincente para que tenhamos sucesso. Se acertarmos, o cérebro do nosso amigo será “enganado” para sentir que este universo que projetamos parece real, embora ele saiba, é claro, que é uma ilusão.

COMO A REALIDADE VIRTUAL ENGANA NOSSO CÉREBRO?

Para entender como funciona a Realidade Virtual, primeiro precisamos entender um pouco sobre como o cérebro dá sentido ao mundo ao nosso redor. Pare e pense sobre os sentidos que nos permitem experimentar o mundo: visão, audição e tato. Para dar sentido ao mundo, o cérebro precisa primeiro trazer informações dos órgãos sensoriais, como os olhos, ouvidos e pele. Mas trazer as informações apenas descreve a sensação. O que acontece a seguir é que o cérebro interpreta essas informações, nos permitindo entender o que está acontecendo no meio ambiente. A interpretação do cérebro e dos sentidos que criam nossa compreensão é chamada de percepção. Por exemplo, podemos ver um cachorro correndo pela quarto, ouvir seu latido e sentir seu pelo em nossa pele. São sensações que passamos a compreender e perceber como experiências.

Ilustração do livro; Princípios de Neurociências

Todas as sensações se unem através da percepção para nos dar a experiência do cão. É esta interação de sensação (usando visão, audição, etc.) e percepção (a interpretação de nosso cérebro desta informação) que cria nossa experiência da realidade.

COMO A REALIDADE VIRTUAL PODE CRIAR UM TIPO DE REALIDADE??

Há muito o que fazer se quisermos construir um universo alternativo! Como nossos sentidos são numerosos e complexos, discutiremos um exemplo mais simples. Um universo alternativo que podemos experimentar através de uma visão única. Ainda podemos tornar este lugar convincente porque nossos cérebros tendem a confiar mais na visão do que em qualquer outro sentido. Vamos imaginar que o que criamos é algo como deserto do Saara (Figura 1). 

Como esta imagem simples pode fazer nosso amigo percebê-la como um ambiente envolvente? Para começar, nosso amigo precisa ser capaz de experiênciar esta imagem bidimensional do deserto, como se fosse tão real quanto o espaço tridimensional em que você está agora. Para fazer isso acontecer, teremos de começar construindo algo em nosso ambiente para ter uma visão estereoscópica.

Uma fotografia típica é uma imagem imóvel vista de uma única perspectiva. No mundo real, no entanto, quando vemos uma cena, podemos nos mover e observar as coisas de diferentes ângulos.

QUAL NÍVEL DE REALIDADE VIRTUAL PODEMOS SIMULAR?

A presença é usada para medir o quanto uma pessoa se sente como se estivesse agora no ambiente virtual, em vez do físico. Uma maneira de medir a presença é registrando a frequência cardíaca de uma pessoa e outros sinais de estresse. Se você chegar muito perto da borda de um penhasco na vida real, você provavelmente terá sensações: batimentos cardíacos mais rápidos, palmas das mãos suadas e respiração mais rápida. Medir esses mesmos sintomas de estresse também pode ser feito com pessoas na beira de um penhasco virtual em um ambiente simulado.

Uma das muitas maneiras de usar a Realidade Virtual fora dos jogos é, na verdade, para o tratamento de fobias específicas, como acrofobia (medo de altura). Com o cuidado uso de Realidade Virtual por profissionais de saúde mental, pessoas que têm uma intenso medo de altura (ou outros tipos de fobias) pode ser tratado por um processo chamado de dessensibilização sistemática, em que eles são capazes de dominar lentamente seu medo em um ambiente seguro.

A realidade virtual tem o potencial de nos permitir experimentar coisas que nós provavelmente nunca encontrariamos na vida real. O ambiente virtual que nós criamos para o nosso amigo incluía apenas o sentido da visão. A tecnologia de Realidade Virtual avançada, no entanto, também incorpora outros sentidos. Quanto mais de nossos sentidos estiverem incorporados corretamente em um ambiente de Realidade Virtual, mais envolvente, ou realista, ele se torna. Quanto mais envolvente é, mais sentimos presentes na experiência e mais perdemos a noção do lugar onde realmente estamos.

O FUTURO DA APRENDIZAGEM COM REALIDADE VIRTUAL

Há uma grande diferença entre aprender sobre algo por meio lendo ou assistindo documentários e realmente tendo a experiência. Muitas vezes, aprendemos sobre assuntos, como astronomia por meio dos livros didáticos e vídeos. No futuro, no entanto, as aulas de ciências podem apenas incluir viagens de campo para ambientes de Reralidade Virtual, onde podemos explorar e sentir como seria caminhar por uma duna no deserto do Saara.

Em última análise, esta tecnologia “engana” o nosso cérebro, fazendo-nos sentir que estão em outro lugar, imitando as experiências perceptivas que temos no mundo real, e nos convencendo de que estamos dentro de nossos jogos, ou na superfície de um planeta diferente. Como você usará esta emocionante tecnologia? Aqui usáremos para proporcionar a melhor experiência de aprendizagem possível para nossos alunos. Como citei no ínicio do artigo, é uma maneira de voltar no tempo e poder rever cada segundo da experiência que tivemos ao vivo.

Acesse o link Abaixo para saber mais:

Fontes:

  1. LaViola Jr., J. J. 2000. A discussion of cybersickness in virtual environments.
    ACM SIGCHI Bull. 32:47–56. doi: 10.1145/333329.333344
  2. Botella, C., Fernández-Álvarez, J., Guillén, V., García-Palacios, A., and Baños, R.
  3. Recent progress in virtual reality exposure therapy for phobias: a
    systematic review. Curr. Psychiatry Rep. 19:42. doi: 10.1007/s11920-017-0788-4
    SUBMITTED: 25 May 2018; ACCEPTED: 02 November 2018;
    PUBLISHED ONLINE: 28 November 2018.
    EDITED BY: Marcel Ruiz-Mejias, Universidad Pompeu Fabra, Spain
    CITATION: Penn RA and Hout MC (2018) Making Reality Virtual: How VR “Tricks”
    Your Brain. Front. Young Minds 6:62. doi: 10.3389/frym.2018.00062
    CONFLICT OF INTEREST STATEMENT: The authors declare that the research was
    conducted in the absence of any commercial or financial relationships that could be
    construed as a potential conflict of interest.
  4. Princípios de Neurociências

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Uma breve introdução à PNL para empresas

Você já ouviu pessoas de negócios falarem sobre programação neurolinguística (PNL) e se perguntaram sobre o que estavam falando? Por um tempo, a PNL era uma palavra da moda e muitos gurus dos negócios se posicionavam como praticantes da PNL. Embora o burburinho inicial possa ter diminuído, continua sendo verdade que a adoção de habilidades básicas de programação neuro lingüística pode melhorar a comunicação comercial, a construção de relacionamentos, a criatividade e o estabelecimento de metas.

O HN institute oferece vários cursos, como o uso da PNL na comunicação e o uso da PNL nas vendas , que permitem aos delegados aproveitar os benefícios dessa abordagem exclusiva de comunicação, desenvolvimento pessoal e psicoterapia e maximizar seu potencial no ambiente de negócios.

Em primeiro lugar, porém, é útil entender o que é a PNL e como isso pode ser benéfico para os negócios; portanto, para aqueles que pensam que a programação neuro lingüística soa tanto como mumbo-jumbo psicológico, aqui está uma breve introdução à PNL para negócios .

Em poucas palavras, o que é PNL?

Desenvolvida na década de 1970 pelos psicólogos americanos Richard Bandler e John Grinder, a PNL postula a idéia de que as faculdades cognitivas, sensoriais, comunicativas, comportamentais e emocionais de uma pessoa podem ser conscientemente “programadas” para alcançar a excelência pessoal.

Como a PNL é útil no mundo dos negócios?

A PNL fornece uma seleção de ferramentas e habilidades poderosas que podem ser usadas para aprimorar o desempenho pessoal em muitos campos que são particularmente relevantes nos negócios. Muitas das técnicas usadas na PNL fornecem uma base para negociações persuasivas e bem-sucedidas, por exemplo. Outras áreas de particular relevância para os negócios são o potencial da PNL para melhorar a construção de rapport, o estabelecimento de metas e a conquista, o pensamento inovador e fornecer um melhor entendimento das necessidades e motivações dos clientes.

RECEBA UMA AULA GRATUITA DE PNL APLICADA AO MUNDO CORPORATIVO, PREENCHA O FORMULÁRIO ABAIXO

Como a PNL funciona na prática?

Em termos muito simplistas, a PNL é uma forma aprimorada de ‘treinamento cerebral’. Aplicada efetivamente, a PNL permite que o cérebro responda automaticamente a estímulos e situações do mundo real, reconhece que os aspectos podem ser alterados para criar melhorias e sugere a técnica mais prática e eficaz para fazê-lo.

Quais são os benefícios da PNL para os negócios?

A PNL é um meio para desbloquear o potencial pessoal e melhorar o desempenho. Consegue isso removendo a barreira psicológica – como o medo do fracasso – que normalmente nos impediria de testar nossas habilidades em situações fora de nossas zonas de conforto normais. Ao fornecer a confiança necessária para superar crenças que normalmente nos limitariam, a PNL cria uma ‘rede de segurança’ que nos permite atuar fora de nossas zonas de conforto percebidas, alcançando mais do que acreditávamos ser capazes anteriormente.
Como o desempenho pessoal de cada funcionário é a base da produtividade e do sucesso dos negócios, a PNL aplicada corretamente pode melhorar a confiança e o moral da equipe, aumentar o desempenho e a produtividade da equipe e, por sua vez, melhorar a satisfação do cliente.

black smartphone near person

A programação linguística neuro é uma disciplina complexa e fascinante, com muitos benefícios práticos para os negócios. O HN Institute pode ajudar os delegados a explorar e perceber o potencial da PNL e aplicá-lo em seus próprios ambientes de trabalho. Tanto o ‘ Usando a PNL na comunicação ‘ quanto o ‘ Usando a PNL nas vendas ‘ estão disponíveis como módulos de treinamento on-line, bem como cursos em sala de aula, e podem ser acessados ​​usando o conveniente sistema de Educativo do HN, permitindo que os delegados escolham o estilo de treinamento que melhor se adapte às suas necessidades.

Saiba mais sobre o treinamento em PNL aplicada aos negócios do HN Institute, clique aqui.

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3 técnicas básicas de PNL para trazer mais sucesso ao seu negócio

Como proprietário de uma empresa, você é bom em se comunicar? Você acha fácil conquistar novos clientes, transmitir a mensagem da sua marca e trabalhar com eficiência, ou tudo parece que você está andando pela mina metade do tempo?

Lenka Lutonska – uma estrategista de negócios, coach de comunicações e autora de Energetic Selling and Marketing – argumentaria que você provavelmente precisará dedicar algum tempo trabalhando nas técnicas de Programação Neuro-Linguística  ( PNL).

Cunhada pelo autor Richard Bandler e pelo professor John Grinder (os dois eram especialistas em psicologia) nos anos 70, a PNL  examina qual linguagem nossos corpos e mentes usam para entender os dados que recebem de nossos sistemas nervosos e como então nos comportamos externamente. um resultado. “Simplificando”, explica Lenka, “a PNL é um manual de instruções para a mente. Ele contém um conjunto de ferramentas que nos ajudam a nos tornar comunicadores mais poderosos, indivíduos mais felizes e mais produtivos. Trata-se de comunicação avançada – conosco e com os outros – e, como tal, oferece uma grande variedade de aplicativos, de vendas, marketing e liderança à comunicação com as pessoas que amamos e com as pessoas que servimos. ”

Houve muito debate sobre se a PNL é realmente uma forma de terapia psicológica ou não e recebeu críticas no mundo da psicologia por falta de fundamentação científica . Este certamente parece ser o caso. Embora tenha sido sujeito a alguns testes,  muitos de seus efeitos foram anedóticos e não científicos, dificultando a decifração tangível de sua eficácia. Dito isto, houve alguns estudos que testaram o estado psicológico dos praticantes de PNL e descobriram que ele era melhorado após o treinamento, e Richard Bandler explicou em uma entrevista à BBC em 2012 que as técnicas não devem ser pensadas como uma forma de neurociência científica. formação, mas sim uma forma de mentalidade ” otimização “.

Se você concorda com a fundação científica (ou com a falta dela) ou não, é com você – o mundo da medicina ainda está discutindo isso. Mas as evidências mostram que aprender a se comunicar efetivamente contribui mais para o sucesso nos negócios do que quase qualquer outra coisa e essas técnicas – que são três das principais práticas da PNL – são hacks de comunicação que qualquer pessoa pode acessar.

O Holmes Report publicou um corpo de pesquisa, ” O custo das más comunicações “, em 2011, capaz de quantificar financeiramente o custo da falta de comunicação. Ele descobriu que o custo médio da desinformação, sob a forma de políticas, descrições de cargos e processos para uma empresa sediada no Reino Unido ou nos EUA era de US $ 62,4 milhões por ano. Isso vai além da burocracia também. Ele também descobriu que as empresas com líderes que são comunicadores altamente eficazes obtiveram 47% de retorno total aos acionistas do que as que não têm.

Tendo usado as técnicas da PNL para desenvolver sua própria mentalidade e negócios, Lenka tornou-se uma treinadora mestre da prática. Desde então, ela trabalhou com milhares de clientes de alto patrimônio líquido para ajudá-los a desenvolver suas próprias mentalidades e, ao fazer isso, se tornarem comunicadores mais eficazes:

“Nos últimos 10 anos, há muito pouco que eu não tenha resolvido com a PNL, desde pequenos ajustes em hábitos menores e controle estatal, até a resolução dos grandes problemas”, diz ela.

Lenka afirma que as mulheres deixam seus treinamentos equipados com uma variedade de ferramentas de comunicação para obter maior sucesso em seus negócios e vidas. “Durante esse processo, eles também assumem o papel de ‘cheguei’ e, como tal, deixam mulheres mais empoderadas, equipadas para lidar com a vida cotidiana e os desafios dos negócios de uma maneira completamente diferente e sabendo como alcançar o que eles querem.”

Interessado em saber mais? Em seguida, leia as três principais dicas de PNL da Lenka que você pode incorporar à sua vida comercial hoje:

  1. Aprenda a falar o mesmo idioma do seu cliente

Um dos maiores problemas que os profissionais enfrentam ao trabalhar com um novo cliente ou colega é superar um estilo de comunicação diferente.

“Nas vendas e em outras situações de negócios, é útil prestar atenção ao sistema representacional preferido do seu cliente e se comunicar adequadamente”, explica Lenka. “Caso contrário, pode realmente parecer que eles estão falando uma língua estrangeira.

A maneira como conversamos e processamos informações está intimamente ligada ao nosso ‘sistema de representação preferido’ – uma das coisas pelas quais a PNL é famosa. ”

É amplamente entendido que as pessoas têm diferentes estilos de aprendizagem. Algumas processam informações através da visão, enquanto outras aprendem mais através da audição ou do que fazem. Lenka afirma que o truque é discernir o estilo que seu cliente ou colega está usando e adotar essas características você mesmo. Os aprendizes visuais acharão os diagramas e as evidências atraentes, enquanto os aprendizes auditivos desejam ouvir um argumento sólido emitido por uma voz que fala com convicção. Lenka ensina as pessoas a prestarem atenção a essas preferências e seus sinais indicadores e a se adaptarem de acordo.

“É claro que somos perfeitamente capazes de usar todos esses sistemas representacionais ao nos comunicar, mas é mais provável que você use muito mais que os outros e o mesmo vale para seus clientes em potencial.

“O resultado final? Vale a pena falar o idioma do seu cliente.”

  1. Olhe de uma perspectiva diferente

Para muitas pessoas, a idéia de apresentar, apresentar pessoalmente ou falar em público os enche de pavor. Uma das melhores maneiras de superar esses nervos é imaginar se observando de uma perspectiva diferente.

“Ao se imaginar se apresentando na frente do seu público – não através de seus próprios olhos, mas através dos olhos do público ou do alto – você se coloca na posição de um observador objetivo.

“Quando olhamos para situações de diferentes perspectivas (através dos olhos de outras pessoas, um observador objetivo ou uma pequena mosca na parede), saímos da nossa cabeça e vemos as coisas como elas realmente são”.

Lenka explica que isso não apenas acalma nossos nervos e diminui o efeito da emoção negativa, mas também permite que a mente se destaque o suficiente do resultado para se tornar mais soluções e idéias focadas.

Lenka sugere usar esse exercício para se preparar mentalmente para sua próxima apresentação importante, conversa de vendas, lançamento de produto ou qualquer outra situação que faça você se sentir apreensivo.

“Você será mais calmo, muito mais engenhoso e muito mais preparado para o sucesso.”

  1. Examine suas crenças

Pode parecer óbvio que a falta de autoconfiança o impede, mas quanto tempo você realmente passou examinando suas próprias crenças limitantes?

“Mesmo uma dessas crenças limitantes pode ter um enorme efeito indesejável sobre nós mesmos, nosso bem-estar e nosso desempenho nos negócios”, diz Lenka.

Aprender a identificá-los é o primeiro passo para superá-los. Quaisquer pensamentos ou crenças sobre você que não sejam favoráveis ​​podem ser desconstruídos. Por exemplo, em vez de se apegar à crença de que você não é “bom o suficiente”, gaste tempo revendo todas as suas realizações que sugerem que você é.

“Não sou bom o suficiente” é uma das principais crenças limitantes que existem entre as mulheres e seu sucesso mais extraordinário. Depois de mudar essa crença e reconhecer que você é mais do que bom o suficiente, você começará a se sentir mais confortável assumindo riscos maiores e buscando metas mais significativas. ”

Deseja descobrir mais sobre como a PNL pode ajudar você ou sua organização?

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PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA (PNL) PARA LIDERANÇA

Grandes líderes se comunicam e grandes comunicadores lideram.

A PROGRAMAÇÃO LINGUÍSTICA NEURO (PNL) é aceita há muito tempo como uma política de liderança e desenvolvimento. Em todo o mundo, os negócios enviam textos com valor à PNL, pois ajudam a trazer eficiência e desenvolvimento a várias atividades comerciais. Não apenas isso, eles também valorizam o desenvolvimento que ela traz para suas próprias vidas profissionais e pessoais. 

Existem várias oportunidades de desenvolvimento que podem permitir que os membros da equipe se tornem mais eficientes no que fazem, seja comunicação, mentores, gerentes, supervisores etc. Proprietários / executivos de negócios e líderes estão sempre à procura de tais oportunidades de desenvolvimento para ajudar a melhorar sua equipe. Uma característica que todos os líderes têm em comum é a aspiração de compreender e apoiar melhor sua equipe, a fim de desenvolvê-los, torná-los o melhor possível e torná-los excelentes em seus respectivos campos (geralmente, todos estamos procurando meios eficazes para nos permitir obter melhores resultados, certo?)

O QUE É A PNL TUDO?

PNL (Programação Neurolinguística) refere-se a uma abordagem sistemática do nosso subconsciente. Neuro se refere à nossa neurologia, lingüístico se refere à nossa linguagem e programação se refere ao nosso pensamento cotidiano e padrões comportamentais. Foi definida como a arte e a ciência da excelência pessoal – o estudo do que distingue o excelente e a média.

O que faz é perceber a maneira pela qual processamos várias informações do mundo ao nosso redor. Você pode chamar de “uma psicologia comportamental prática”, se quiser. No coração da PNL está a comunicação e, para ser franco, os negócios hoje em seu nível mais simples são alcançados, em última análise, pela comunicação entre 2 ou mais pessoas. O quão bem eles se comunicam, interagem e processam as informações uns dos outros é o que gera um negócio de sucesso.

Um bom relacionamento é a base de toda interação bem-sucedida. Essa pode ser uma ferramenta essencial quando se trata de influenciar, treinar e construir relacionamentos eficazes. A PNL analisa os padrões comportamentais e o quanto eles são úteis para alcançar os resultados desejados – se não o fizerem, sempre haverá a opção de mudar as coisas para melhorar ou obter os resultados desejados. 

Atualmente, estou trabalhando com um varejista que usa a PNL para ajudar a melhorar o atendimento ao cliente, aumentar as vendas e permitir que os líderes entendam, treinem e construam um relacionamento melhor com os membros de sua equipe com muito mais eficiência. Até agora, eles viram um aumento notável de uma média de US $ 26 gastos por cliente (o ROI do treinamento que foi ministrado é fantástico!)

A PNL REALMENTE FUNCIONA? ONDE ESTÁ A PROVA?

Os céticos tendem a enfatizar a falta de evidências que comprovem como a PNL funciona e fornece soluções. Isso é semelhante ao argumento que surgiu no campo da medicina em que, durante anos, os céticos disseram que não havia provas de que uma dieta de frutas e vegetais pudesse ajudar na prevenção de câncer e doenças cardíacas. Hoje, esse é um fato documentado e bem pesquisado e somos incentivados até por especialistas em saúde a comer até 5 porções por dia.

Naquela época, nos anos 70, a comunidade da PNL não estava realmente empenhada em provar às pessoas como elas funcionavam e, desde então, a PNL foi desenvolvida, embora seu foco principal permaneça na base de aplicações práticas (aprendizado e ensino). o que funciona e obtém resultados). 

Lembro-me de ter conversado com uma conhecida neurocientista, Amy Brann, e, ao perguntar sobre o vínculo entre a PNL e a neurociência, ela concordou comigo que, embora a ciência e a academia ainda não tenham provado exatamente como todas as técnicas de PNL não significa que não funcione – o que simplesmente significa é que a PNL está se desenvolvendo muito mais rápido que a ciência ainda não conseguiu alcançá-la. Um bom exemplo disso é a técnica de ancoragem da PNL – a ciência agora provou exatamente como funciona.

Em Pessoal hoje, um artigo resume muito bem a visão de muitas pessoas na comunidade da PNL, 

“Gostaria de saber se, em alguns anos, um grupo de acadêmicos ‘qualificados’ começará a anunciar suas ‘novas e brilhantes descobertas’ sobre a PNL, enquanto alguns de nós que já sabíamos disso muito antes estarão murmurando ” o que levou você tanto tempo?” que usaram a PNL para aumentar o sucesso, alterar resultados e fornecer transformação: 

“Se eu posso recomendar um curso para meus colegas de RH e de gestão, é um curso para profissionais de PNL. Estou constantemente impressionado com as mudanças que você pode provocar nas pessoas e as ajudo a serem as melhores que elas podem ser … ” 

“Acho que o que mais ganhei com a PNL é seu ethos geral.”

“Uma das principais mensagens que recebi é que você tem opções e é responsável por elas” 

‘Os modelos de PNL são úteis para projetar membros da equipe de treinamento, coaching e mentoring, preparando-se para reuniões e apresentações e construindo relacionamento para um melhor relacionamento com as partes interessadas.’ 

PNL PARA LIDERANÇA EMPRESARIAL

O que você obteria se combinasse um profissional técnico talentoso e habilidoso com um líder altamente eficaz e capaz? (Parece a introdução de uma piada engraçada, mas realmente não é) – o que você obteria é uma pessoa que é altamente valorizada por uma organização comercial, pois seria capaz de usar seu conhecimento técnico em nível individual. 

Todo mundo tem a capacidade de ser um líder e, de fato, já somos líderes de várias maneiras, pois influenciamos constantemente as pessoas e os eventos ao nosso redor, mesmo que não tenhamos consciência disso. Nas organizações, no entanto, você tende a ver profissionais técnicos sendo promovidos e, depois disso, se eles forem observados de perto, poderá notar que eles lutam para influenciar, comunicar e construir relacionamentos com vários membros da equipe. Todas as habilidades necessárias para se tornar um líder ou gerente de negócios (deparei-me com muitos líderes e gerentes que confessam que as habilidades mais sutis e suaves não são realmente o ponto forte). De acordo com nossa experiência, mostra que as organizações que investem nas habilidades mais sutis e suaves das pessoas que empregam em posições gerenciais e de liderança tendem a se tornar mais eficientes, melhores líderes e ter uma melhor visão para a organização.

A integração da PNL como parte de suas ferramentas essenciais de liderança permitirá muito bem o desenvolvimento de mais habilidades, uma melhor perspectiva e flexibilidade comportamental. Tudo o que pode ajudar a melhorar seu desempenho em um mundo de relacionamentos complexos, estruturas corporativas mais planas, responsabilidades multifuncionais, forças de trabalho estressadas e trabalho em equipe local e remoto. Para se destacar, os líderes e gerentes de hoje exigem habilidades sutis que incluem ser capaz de treinar, motivar e realmente trabalhar para trazer o melhor de um indivíduo que lideram. Requer um conjunto de habilidades extra, que a PNL pode oferecer. Além de melhorar significativamente seu desempenho no trabalho, as técnicas e abordagens da PNL ajudarão você a estabelecer e manter relacionamento, explorar e alterar padrões negativos de comportamento,

Nos negócios, a PNL é capaz de fornecer ferramentas em várias áreas-chave, algumas das quais são:

  • Ser capaz de se comunicar com habilidade com colegas, subordinar diretamente e até com a gerência sênior. Basicamente, construindo um bom relacionamento com alguém. (O rapport é a base de toda comunicação). Aprenda a ouvir profundamente quando as pessoas expressam seus pensamentos. Apresente usando uma linguagem clara e poderosa e um formato ou estrutura que possa agradar a todos da platéia.
  • Ajude os líderes a obter clareza sobre o que desejam – isso é importante para fornecer uma direção clara e forte.
  • Compreender a natureza eficiente das comunicações com e dentro das equipes – incluindo o impacto sutil da influência não verbal.
  • Compreender o pensamento e a psique emocional de cada um que compõe a equipe – bem como a maneira pela qual esses indivíduos se reúnem.
  • Compreender situações e relacionamentos com o uso de ‘Posições Perceptivas’ (uma ferramenta essencial da PNL usada na resolução de conflitos e para trazer novas idéias ou perspectivas inovadoras).
  • Modelando o comportamento bem-sucedido de outras pessoas para que elas possam ser replicadas.
  • Aprendendo a gerenciar e entender a si mesmo e suas emoções. Também para aumentar a autoconsciência em si mesmo.
  • Obter insights sobre o papel das crenças e valores no que faz as pessoas agirem da maneira que agem.
  • Aprender a utilizar valores para adaptar uma abordagem motivacional a fim de melhor se adequar a cada indivíduo.
  • Adquirir atitudes e crenças que sustentam uma liderança confiante.
  • Estabelecer metas convincentes e inspirar as pessoas, vendendo-lhes a visão da equipe ou da organização e obtendo seu ‘buy-in’ para essa visão.
  • Influenciar o ambiente de trabalho para que ele ajude as pessoas a serem construtivas e produtivas.

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Como a Programação Neurolinguística pode ajudar na liderança e no desenvolvimento?

A Programação Neurolinguística (PNL) – definida como ‘o estudo da excelência’ – é reconhecida há muito tempo como uma plataforma de liderança e desenvolvimento para técnicas aprimoradas de alto desempenho.

Como a Programação Neurolinguística pode ajudar na liderança e no desenvolvimento?

Que tipo de ‘vantagem’ a PNL oferece?

Uma maneira de a PNL ajudar os líderes e a gerência a chegar à frente da linha de ganho é a partir dos padrões avançados de linguagem e das técnicas de fisiologia que revelam a estrutura mais profunda do significado que influencia nossas crenças, pensamentos e comportamento.

Além de melhorar significativamente seu desempenho no trabalho, as técnicas e abordagens da PNL ajudarão você a estabelecer e manter relacionamento, explorar e alterar padrões negativos de comportamento e melhorar radicalmente sua capacidade de se comunicar efetivamente.

A PNL também mudará a maneira como você opera e pensa no mundo ao seu redor. As habilidades que você aprender neste curso também afetarão positivamente outras áreas da sua vida. Garantimos que você usará essas habilidades ao longo de sua carreira.

Aqui estão algumas das empresas que usam a PNL e em qual contexto

Sony Eriksson :

Técnicas de PNL para habilidades de venda de qualidade

Banco JP Morgan Chase :

Habilidades de influência e negociação

American Express :

Programa de Desenvolvimento de Resultados e Gerenciamento de Negócios

Takeda :

Habilidades de apresentação e formação de equipes

Merrill Lynch :

Desenvolvimento de Liderança de Equipe

British Airways :

Gerenciamento de Mudanças no Desenvolvimento de Carreira

MOD :

Treinamento de pessoal em habilidades de PNL

HMRC (Receita Federal) :

Centro de Atendimento; Bridging the gap between management and first line support

Celtic Technologies (especialistas em recuperação de terras) :

O poder da venda bem-sucedida

Sainsburys :

Consultoria em Mudança de Carreira

Gabinete Gabinete Whitehall :

Treinamento em habilidades de comunicação e treinamento individual

Ernst e Young :

Habilidades de Coaching

Vida padrão :

Vencendo em Apresentações

Granada :

Mudança de cultura

First Plus (Casa Financeira) :

Recrutamento e Seleção Entrevista

Seguro AXA :

Habilidades de Mudança de Gerenciamento

O que descobrimos 

Descobrimos que a maioria dos gerentes e funcionários de empresas, as pessoas que implementam seus planos, não acreditam que tenham sucesso! Muitas vezes, eles se questionam para ver se estão fazendo seu trabalho corretamente, resultando em um trabalho extremamente duro, deixando o trabalho estressado e se sentindo desvalorizado.

A pesquisa e a experiência nos dizem que muito poucas pessoas têm as habilidades de treinamento juntamente com o conhecimento do impacto futuro do treinamento em uma equipe ou indivíduo; o conhecimento, a linguagem ou as habilidades de comunicação para mudar essas situações.

Treinamento de Negócios

Eles não têm idéia de como resolver seus próprios problemas para obter um equilíbrio entre vida profissional e pessoal e, da mesma forma, criar um resultado ganha / ganha para seus negócios. Em outras palavras, eles não tinham plano para lidar com esses problemas “humanos”.

Talvez você possa se relacionar com isso também 

Talvez você possa se relacionar com alguns dos pontos aqui; certamente, é um grande problema para muitas empresas. Como uma empresa que se concentra apenas em você obter seus resultados gerais, fornecemos as técnicas mais recentes que fornecem aos seus gerentes e equipes as habilidades de linguagem e comunicação que transformam fracasso em sucessos – sem a dor. Isso não é tudo; também descobrimos que pessoas como você querem ter certeza de que você recebia o que pediu e que isso seja garantido!

Aprendendo que seu pessoal assume um papel ativo 

Para qualquer tipo de aprendizado realmente funcionar, você precisa de algo que as pessoas não apenas ouçam, mas onde participem fisicamente. Você deseja soluções rápidas e eficazes, onde o aprendizado e o aprimoramento de pessoas e habilidades continuam, muito depois do término do programa; onde seu pessoal poderá, no futuro, saber o que está faltando e como lidar com ele quando encontrar um problema imprevisto.

Quer saber como a PNL pode ajudar ainda mais a sua empresa na prática? Inscreva-se para ver uma das nossas lives. Clique aqui.

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Benefícios do uso da PNL em empresas e organizações

Recebo muitos pedidos de alunos em potencial para obter informações sobre os benefícios específicos do uso da PNL em empresas e organizações.

A PNL possui aplicativos para diversos campos, negócios, vendas, terapia, educação e esportes. Treinamos pessoas em cada uma dessas áreas e elas estão gerando resultados fantásticos com seus negócios e clientes.

Aqui está como a PNL pode beneficiar organizações e empresas:

Replicar a excelência em qualquer campo

A PNL foi descrita como a “arte e ciência da excelência” – Excelência Garantida. A PNL fornece metodologias e técnicas que são replicáveis. Assim, usando a PNL, podemos replicar a excelência em qualquer campo . 

Este é o resultado final de ser um Mestre em PNL , você pode entrar em qualquer campo, descobrir o que está tornando as pessoas excelentes nesse campo e depois fazer você mesmo (obviamente, para habilidades complexas, isso pode demorar um pouco!).

Imagine como sua organização poderia ser eficaz se você pegasse as melhores partes de cada funcionário e as reunisse para formar uma espécie de “super empregado”! Esta é a premissa que estamos falando. Descubra o que especificamente as pessoas estão fazendo para serem ótimas e treine outras para fazer o mesmo.

Usando a linguagem para produzir resultados excelentes

O uso da linguagem na programação neuro-linguística desempenha um papel importante. A PNL trata de como podemos entender a linguagem da mente para produzir resultados excelentes e descobrir onde podemos ter problemas. Muitos de nossos comportamentos são inconscientes para nós, o que significa que, se você perguntar a alguém como eles estão fazendo algo muito bem, muitas vezes não poderá dar uma resposta específica. Eles não sabem!

A PNL nos fornece processos que nos permitem decodificar comportamentos e pensamentos, para que possamos nos conscientizar do que está acontecendo em segundo plano.

Em grande parte da PNL, existem dois benefícios, benefícios pessoais e benefícios no trabalho com equipes – a PNL se concentra nos resultados e nos fornece processos para garantir que possamos definir os resultados de maneira eficaz.

Aprendemos como nossa atitude afetará nossos resultados. A PNL promove uma atitude possível, uma atitude de excitação e curiosidade e fornece modelos para nos ajudar a entender em quais áreas da vida estamos sendo proativos e em que tendemos a ser reativos.

Comunicação e relacionamentos

Um dos principais quadros que a PNL usa para ajudar as pessoas a se comunicarem com mais eficiência é através de algo chamado modelo de comunicação da PNL. Isso ilustra para nós como nossos pensamentos internos, foco e comportamento resultam não do que está acontecendo ao nosso redor, mas de como interpretamos essas coisas internamente. Isso geralmente é uma revelação para as pessoas!

Existem muitas ferramentas diferentes para ajudar as pessoas a se comunicarem com mais eficácia e a construir melhores relacionamentos, e uma é através de um modelo chamado Posições Perceptivas. Este modelo nos ajuda a ver a comunicação de três posições diferentes; de nossa própria perspectiva, a perspectiva de outras pessoas e uma perspectiva de terceira pessoa. É realmente eficaz para ajudar as pessoas a desenvolver empatia e ajuda a reparar falhas de comunicação.

Nos nossos cursos de PNL , desenvolvemos esses quadros iniciais e descobriremos como você pode aprender a estudar comportamentos e reações em outras pessoas que não são intencionais, normalmente passam despercebidos e nos traduzem como eles estão pensando. Isso pode ser demonstrado em termos de reações corporais e também ser aparente pelo tipo de linguagem que eles usam.

A PNL possui um processo chamado Rapport, que é a melhor ferramenta para criar bons relacionamentos e uma boa impressão! Isso nos permite criar um grande “relacionamento” com qualquer pessoa que encontrarmos, apresentando-nos de uma maneira que agrada a ela “inconscientemente”. Isso significa que criamos o relacionamento a partir de sua consciência e resulta em um sentimento enérgico de confiança, que é o que você reconhecerá que temos com pessoas de quem gostamos e com quem geralmente lidamos melhor.

Aprendemos a usar nosso próprio idioma, palavras e frases para transmitir nossa mensagem de maneira mais eficaz e obter o melhor dos outros. Discutimos em nossos cursos como usar metáforas e padrões de palavras em frases que criarão motivação, persuasão e influência (alguns também diriam manipulação).

Existem muitas técnicas de terapia da fala que também treinamos para você usar, incluindo a reestruturação de memórias e a mudança de comportamento condicionado, que também pode ser usado em ambientes de negócios de maneira eficaz.

Confiança e estar na melhor forma

A ancoragem é um dos elementos-chave da PNL no nível do profissional e é fantástico para usar na criação de estados de espírito motivadores, confiança , na eliminação de pensamentos negativos e na boa forma, exatamente quando você precisa estar no seu melhor (por exemplo, nas apresentações) .

Mudança organizacional – motivação e moral

Uma das maneiras pelas quais consegui criar lealdade em minhas equipes foi usar ferramentas na PNL associadas a valores pessoais e organizacionais. A PNL tem um modelo chamado Níveis de Mudança Neurológica ou Lógica, que é essencialmente um modelo de mudança organizacional e pessoal . Esse modelo mostra como as organizações podem trabalhar com seus funcionários para criar melhor motivação e moral , combinando os valores da empresa com os dos indivíduos da força de trabalho.

Estudos mostram que a maioria das pessoas deixa as organizações porque não se sente valorizada por seus empregadores e chefes. Esse processo garante que possamos trabalhar com nossa equipe para permitir que eles vejam como sua função se encaixa no valor geral produzido pela organização e como esse valor se encaixa e complementa sua própria estrutura de valores pessoais. Esse é um processo altamente eficaz e eu passo com todos os meus clientes de coaching executivo.

Direção e foco

Uma ferramenta adicional que é fantástica de usar pessoalmente para ajudar a criar direção e foco pessoal e profissional e que é perfeita para uso com subordinados diretos em um ambiente de treinamento é o processo de Elicitação de Valores da PNL.

Esse processo envolve uma visão geral das diferentes áreas da vida e do trabalho, a fim de estabelecer prioridades e identificar áreas de desvio ou negligência. Ele nos permite acordar ações e objetivos mensuráveis que compartilham benefícios para o indivíduo e a organização.

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5 dicas de programação neurolinguística para ajudar você a vender mais

A programação neurolinguística pode ajudar seus processos de vendas? Aqui, descobrimos.

A venda bem-sucedida tem tudo a ver com comunicação, construção de relacionamento e compreensão do seu cliente. Alguns profissionais de vendas podem ter uma certa quantidade de instinto para essas coisas, mas o vendedor mais experiente sabe que isso é algo que todos precisamos aprender. É aí que entra o treinamento que faz uso da programação neuro-linguística (PNL) e métodos relacionados, oferecendo informações valiosas sobre clientes e pessoas em geral. De fato, com o uso da PNL e técnicas associadas, você pode ver suas vendas dispararem e até melhorar seu relacionamento com os amigos ao longo do caminho.

Então, o que é essa PNL? Bem, originalmente formulada por Richard Bandler e John Grinder na década de 1970, a PNL não é uma moda ou flash de nova era na prática de pan, mas uma metodologia na qual muitos profissionais de vendas de ponta têm usado há anos. Para descobrir a imagem completa de como isso pode ajudá-lo a ter mais sucesso, inscreva-se em um ou dois cursos on – line . No entanto, como uma amostra do que esse sistema pode fazer por suas vendas e sua vida, as cinco dicas a seguir devem colocá-lo no caminho do sucesso.

1. Audição ativa

Na vida moderna e nas vendas, onde todo mundo parece ter pouco tempo, ser realmente ouvido pode ser raro – com muita freqüência, uma conversa pode ser apenas uma competição pelo espaço aéreo. No entanto, ouvir realmente seus clientes criará um relacionamento e garantirá que você não perca o tempo deles ou o seu, pois seu discurso de vendas pode ser voltado para as necessidades declaradas. Da mesma forma, ouvir as pessoas ao seu redor um pouco melhor deve fortalecer seus relacionamentos em geral. Portanto, aprender habilidades de escuta ativa , como técnicas de PNL, pode realmente ajudá-lo a conquistar vendas e influenciar as pessoas!

Por exemplo, antes de iniciar uma conversa de vendas que poderia estar fora da sua zona de conforto, tente exercícios de relaxamento, como respiração profunda, pois o nervosismo pode fazer você parecer desinteressado. Além disso, preste atenção nos sinais não verbais emitidos , como tom de voz, gestos e postura, que podem aumentar sua compreensão do que está sendo dito. Dessa forma, você pode dominar rapidamente a arte da escuta ativa , e os benefícios para seus números de vendas e sua vida podem surpreendê-lo.

2. Poder da palavra

Como a comunicação é uma via de mão dupla, também é vital escolher suas palavras com cuidado, e isso é algo que a metodologia da PNL e técnicas de venda semelhantes podem ajudar. Palavras que são conhecidas como ‘palavras poderosas’ ou ‘palavras mágicas pode ser usado para provocar certas emoções e respostas que podem ajudar a superar as objeções do cliente e fechar a venda. Não, não estamos falando de abracadabra ou Harry Potter aqui, mas de uma seleção de palavras que foram consideradas úteis e influenciam outras pessoas. Por exemplo, para invocar emoções positivas, palavras como acreditar, mudar, sucesso e feliz podem ser eficazes, enquanto palavras como imaginar, verdade, segredo e exposição podem desencadear curiosidade. Você também pode tentar adicionar ênfase extra a essas palavras para dar-lhes maior força, transformando-as em comandos de ação. Além disso, repetir frases-chave, como ‘Você vai adorar este produto’, de maneiras sutilmente diferentes também pode orientar seu cliente na direção desejada e ganhar a venda.

3. Espelhamento

Criar relacionamento com seus clientes também é vital se você quiser ter sucesso nas vendas, e técnicas que o ajudarão a fazer isso rapidamente podem ser inestimáveis. Uma dessas técnicas de PNL é o “espelhamento” – um método de imitar o comportamento e a linguagem de outras pessoas para estabelecer rapidamente um relacionamento. Como a pesquisa sugere que somos atraídos por pessoas como nós, espelhar sutilmente a linguagem corporal de um cliente, o tom de voz, a velocidade da fala, os gestos, as opiniões e a escolha de palavras, podem fazê-lo se sentir mais confortável ao seu redor e criar confiança.

Além disso, uma maneira infalível de criar rapport rápido é identificar o estilo de comunicação preferido da outra pessoa, que pode ser visual, auditivo ou cinestésico (tátil), e usar o mesmo estilo de linguagem para se comunicar. Esse estilo preferido deve ser evidente em sua frase, por exemplo, ‘Você pode entender o que eu quero dizer?’, Para o estilo visual ‘, Você pode ouvir o que estou dizendo?’, Para auditivo ou ‘Você sente por esta?’ para estilo cinestésico. No entanto, o espelhamento só deve ser usado com moderação – a imitação aberta pode ofender e não é o nome do jogo!

4. Conheça seu cliente

Depois de saber se seu cliente é do tipo visual, auditivo ou cinestésico, agora você pode usar esse conhecimento recém-encontrado para ajustar sua estratégia de vendas à sua maneira preferida de compra. Para uma pessoa visual, mostre as fotos como parte da sua apresentação; para um cliente auditivo, se possível, encontre maneiras de usar o som em seu discurso de vendas; e para a pessoa cinestésica, deixe-a tocar em qualquer produto que puder, mesmo manuseando uma brochura. Compreender as preferências de compra de seus clientes pode dar-lhe uma vantagem quando se trata de fechar o negócio, e as técnicas de PNL podem ajudar com isso .

Por exemplo, descubra como seu cliente comprou produtos antes – eles precisaram de tempo para pensar sobre isso ou para obter a opinião de outra pessoa? Como repetir o padrão de compra anterior de alguém, você poderá ter uma chance melhor de fechar a venda. Além disso, essa metodologia sugere que, se você puder descobrir as esperanças e sonhos de seus clientes e vincular seu produto a ajudá-los a alcançá-los, deverá ter um cliente muito feliz e uma venda assinada, selada e entregue!

5. Manter-se positivo

Por fim, para realmente se destacar nas vendas, você precisa manter uma mentalidade positiva , pois os padrões negativos de pensamento podem reduzir suas chances de sucesso. Com um estado de espírito mais positivo, você pode aumentar sua motivação e se reprogramar para alcançar seus objetivos, e uma abordagem da PNL também pode ajudar com isso. Uma técnica conhecida como ‘reformulação’ pode fazer maravilhas quando se trata de superar quaisquer experiências ruins de venda que você possa ter, pois essa é uma tática de escolher se concentrar em todos os benefícios de uma situação que você possa encontrar, em vez de se concentrar nos negativos.

Outra técnica é praticar o que é chamado de interrupção de padrão – encontrando maneiras de sair de sua rotina para quebrar padrões mal sucedidos e aumentar sua chance de sucesso, que pode ser exatamente o que você precisa para melhorar sua perspectiva. Além disso, com um método conhecido como ‘ancoragem’ , a metodologia da PNL pode ajudá-lo a melhorar seu humor instantaneamente, usando um gatilho como som, cheiro ou sabor, que pode ser uma ferramenta inestimável para você ficar no estado de espírito certo. pregue essa venda!

Portanto, embora essas técnicas úteis sejam apenas a ponta do iceberg da PNL, talvez elas aumentem seu apetite por uma maneira diferente de pensar e o ajudem a iniciar seu caminho para o sucesso de vendas.

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