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Psicologia

Técnicas para controlar a ansiedade

Janeiro é o mês em que muitos fazem planos para o ano. Entretanto, muitos também não conseguem lidar mesmo com os objetivos mais simples por um único fator de dificuldade que afeta não apenas jovens, mas pessoas de todas as idades. A ansiedade!

Neste artigo, iremos te mostrar maneiras para controlar a ansiedade e te ajudar a concretizar seus objetivos.

Definir pequenos objetivos de curto prazo

Definir pequenos objetivos de curto prazo te traz a sensação de que está progredindo e dando a cada dia um pequeno passo para que o objetivo maior se concretize. Pensar apenas no objetivo final traz uma sensação de que ainda falta muito caminho pela frente (principalmente no início do projeto) e assim, pode causar uma maior ansiedade.

Quando se cumpre vários pequenos objetivos, o inconsciente tende a não pensar tanto no caminho e sim no que deve fazer para concluir o próximo passo, trazendo assim a mente para o momento presente.

Comemore as pequenas vitórias!

Comemorar as pequenas vitórias libera endorfina, ou seja, a cada passo dado, caso seja comemorado, irá reforçar para seu cérebro que isto é uma coisa boa. Sempre estando a comemorar, mesmo que seja com uma taça de vinho, saindo com amigos ou o que achar melhor, irá ativar o sistema de recompensa do seu cérebro, fazendo assim com que a atividade que estiver fazendo, seja qual for, se torne mais prazerosa.

Presença para controlar ansiedade

Trabalhar o estado de presença é essencial para o controle da ansiedade. Este estado fornece uma clareza mental e emocional que normalmente não temos no dia a dia, exatamente por estarmos sempre pensando no que se passou ou no que está por vir.

Desenvolvendo a presença, começará a prestar muito mais atenção nos acontecimentos e sensações no presente momento. De bônus, sua capacidade de comunicação se tornará muito mais aguçada, prestando mais atenção em detalhes do que é dito e mostrado para você e também uma maior clareza na sua própria comunicação para com as pessoas.

Acesse também este artigo AQUI que aprofunda um pouco mais sobre o que é o estado de presença.

Respiração

Já percebeu que muitas das vezes que se sente ansioso(a), você prende a respiração? Caso ainda não tenha percebido, preste atenção nas próximas vezes. Este é um sintoma muito comum de uma pessoa que está em um estado ansioso.

É recomendado que em momentos de ansiedade, voce mantenha o foco primeiramente em sua respiração. Porque? Justamente pelo motivo de que quanto mais controlada e ritmada a respiração, maior a quantidade de oxigênio que o sangue levará ao cérebro, assim, causando alívio na ansiedade.

ansiedade

Técnica simples de respiração

Como dito no item anterior, quando estiver em estado ansioso, procure manter o ritmo na respiração. Segue aqui um pequeno exercício para realizar quando estiver se sentindo desta maneira.

– Inspire (Conte 2 segundos)

– Prenda a respiração (Conte 2 segundos)

– Expire (Conte 2 segundos)

Simples, não é? Quanto maior o número de segundos que conseguir, melhor. Comece com 2 segundos, depois aumente para 3 e continue até o momento que sentir que é seu limite. O mais importante é o ritmo.

E lembre-se: não sofra por antecipação. Criar muitas expectativas pode ser frustrante e contribui (e muito) para manifestações de ansiedade. Deixe a vida seguir o seu rumo.

Espero que com essas dicas você consiga controlar a ansiedade e por consequência concluir seus objetivos.

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Até o próximo post!

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Coisas importantes para um terapeuta iniciante

Seja bem-vindo, novo terapeuta!

Olá, como vai? Espero que bem. Se você veio parar neste artigo porque está procurando se estabelecer como terapeuta no mercado, saiba que está no lugar certo!

Este artigo é para você que acabou de fazer sua formação, que ainda pretende realizar uma formação dentro da área que achar interessante ou mesmo para quem já trabalha na área e deseja se aperfeiçoar ainda mais.

Seguem alguns pontos que são essenciais para seu crescimento no mercado como terapeuta de sucesso.

Invista em boas formações

Sei que parece que é um ponto óbvio, mas na realidade não é bem assim. É realmente muito importante realizar suas formações com institutos e professores de confiança, que possam lhe ensinar o conteúdo de maneira responsável e coesa.

Evite formações de apenas um final de semana que prometem te capacitar como profissional capaz de realizar muitas “curas” ou resolver muitos problemas. Não se iluda, não existe curso de final de semana que te capacite para tratar da depressão de alguém ou questões muito profundas. Por isso a importância em realizar boas formações.

Além de se atentar na qualidade das formações que irá realizar, tenha em mente que a sua formação pessoal nunca para. Sempre procure estar lendo e se atualizando dos assuntos, artigos científicos e outros temas relacionados a sua área de atuação.

Um bom terapeuta, profissional de excelência é aquele que está sempre estudando e se atualizando.

Invista em ferramentas de Marketing

Na data de lançamento deste artigo 10/01/2022 a ferramenta mais eficiente para divulgação e vendas é o Instagram. Caso no momento em que esteja lendo a ferramenta mais popular seja outra, invista nela.

A partir de suas leituras e fontes de informações, interaja com o público e crie conteúdo que levem informações úteis ao seu público alvo.

Se a ferramenta que estiver usando, assim como o Instagram ou Youtube tiverem uma aba profissional da qual você possa interagir, ver gráficos e números que lhe deem o máximo de informações possível de como está a retenção do público, comece a utilizar desde já.

Esta aba com certeza será sua maior aliada na hora de criar estratégias de horários, design e conteúdo em sua página.

Lembre-se nem todos os que consomem seu conteúdo irão se consultar com você, mas com certeza muitos tem amigos e parentes que podem indicar, por isso não negligencie estas pessoas.

Faça parcerias e interações com outros terapeutas

Networking é essencial. Procure entrar em contato com outros profissionais da área ou relacionados e realizar conteúdos juntos. Peça indicações e indique, marque lives em conjunto e esteja sempre à disposição dentro da medida da sua agenda para realizar estas parcerias. Como dito no item anterior, a pessoa que assiste seu conteúdo em primeira mão seja pelo seu perfil ou de outros, pode não ser atendida por você, mas com certeza conhece alguem que para indicar.

terapeuta

Se divirta!

Terapia é algo sério, mas não quer dizer que não possa se divertir aprendendo e interagindo com outros seres humanos. Não leve a vida tão a sério a ponto de perder o brilho e a felicidade. Defina suas metas e procure tirar o melhor proveito das experiências!

Conheça a plataforma HN University: indicada para terapeutas

O HN Institute possui uma plataforma com formações internacionais completas em PNL, Hipnose Clínica, Análise de Microexpressões Faciais e uma série de outros conteúdos.

Dentre estes estão mais de 100 induções hipnóticas para escutar em seu dia a dia, mini cursos, biblioteca do instituto, supervisões quinzenais com nossos instrutores credenciados e todas as nossas lives feitas no instagram. Tudo por um valor super acessível. Clique AQUI para acessar agora mesmo!

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Leia também esse artigo: 5 dicas para um ano novo mais próspero

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Presença: um ponto crucial para qualquer terapeuta

Você sabe o que é estar presente?

A presença significa literalmente estar com a mente consciente no aqui e no agora. O que, como verá mais para frente, traz uma série de benefícios a quem pratica o estado de presença constantemente em seu dia a dia.

Estar presente no momento diminui o fluxo de pensamentos, o que nos dá a possibilidade de observar melhor a maneira como nos localizamos no espaço e no momento presente. Isto nos dá uma maior capacidade de agir, ao invés de reagir como a grande maioria das pessoas o fazem.

Porque é importante desenvolver a presença?

Para um terapeuta, vendedor ou qualquer outra situação de trabalho e no dia a dia, estar presente se torna essencial principalmente pela maior facilidade de distinguir situações e na comunicação interpessoal.

O estado de presença, como anteriormente dito, diminui o fluxo de pensamentos relacionados ao futuro, passado e outros temas que não são coerentes com o momento atual, fazendo assim que seus pensamentos e sensações se foquem apenas no que está acontecendo ou sendo ouvido no momento.

Isto traz uma maior concentração e resulta em um maior entendimento da situação, sendo assim perfeito para profissões que precisam analisar outras pessoas ou situações.

É importante também ressaltar que exatamente por gerar uma maior clareza nos pensamentos, consequentemente gera uma comunicação verbal e não verbal mais coerente e clara para quem está ouvindo. Sendo assim, as chances de sucesso na comunicação para o interlocutor aumentam.

presença

Exercício diário para desenvolver o estado de Presença

Segue um exercício simples, prático, porém muito eficiente para treinar o estado de presença em qualquer momento do dia (Desde que não esteja realizando tarefas de risco, como dirigir ou algo que possa gerar um acidente).

– Primeiro passo: PARE (Fique imóvel)

– Segundo passo: VISUAL (Amplie e preste atenção nas coisas que estão a sua volta sem mexer os olhos)

– Terceiro passo: AUDITIVO (Amplie e preste atenção em detalhes aos sons ao seu redor)

– Quarto passo: SINESTÉSICO (Preste atenção nas sensações do seu corpo, na sensação da roupa tocando seu corpo, variações de temperatura e outros).

– Quinto passo: STOP (Mova-se novamente)

Percebendo o corpo

A cultura moderna ocidental desvaloriza o corpo como um meio de experimentação. Entretanto, fazemos parte de tudo aquilo que observamos e somos capazes de alterar o meio a partir de ações conscientes ou inconscientes.

O indivíduo que desenvolve um estado de presença, possui a capacidade de alterar a si mesmo e o meio de maneira mais consciente e coesa, trazendo melhores resultados.

O exercício mostrado anteriormente é um de muitos outros métodos de se trabalhar a presença. Outras práticas para desenvolver este estado podem incluir meditação, yoga, auto-hipnose ou até mesmo se for coerente com suas crenças, práticas de terapias holísticas.

Dicas para o dia a dia

– Torne pequenas ações que normalmente são automáticas em ações conscientes. Escovar os dentes, tomar banho ou mesmo o simples ato de beber água. Veja, ouça, sinta as sensações e variações;

– Prática de exercícios físicos ajuda a desenvolver uma maior consciência corporal;

– Meditação, yoga ou semelhantes ajudam a trazer uma maior consciência corporal e ajudam a organizar os pensamentos de maneira mais clara e coesa;

– Invente e pratique exercícios de presença. Inspire-se!

Outro artigo relacionado: Você sabe o que significa estar presente?

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Hipnose não verbal

A eficácia da Hipnose Não-Verbal no tratamento de dores crônicas

Muitos ainda não sabem, mas a hipnose não-verbal é amplamente utilizada para o alívio de dores, principalmente causada por traumas ou mesmo analgesia em procedimentos clínicos, como no caso de alguém que fará uma cirurgia dentária.

Entretanto, é importante ressaltar que a dor é um sinal do corpo de que há algo errado, podendo ser sintoma de alguma patologia maior. Sendo assim, dores de cabeça, no peito e outros lugares vitais não lugares recomendados para este tipo de técnica antes de uma prévia visita a um médico especializado.

hipnose não-verbal

Técnica eficiente

Hipnose não-verbal: m´étodo Di Pisa para eliminar a dor

Erminio Di Pisa foi muito conhecido por sua técnica que era capaz de eliminar a dor de maneira instantânea utilizando hipnose não-verbal. Das mais de 250 mil pessoas que hipnotizou em sua vida, em sua esmagadora maioria, relataram alivio total de suas dores.

Através de perguntas, toques, fascinação hipnótica e uma quebra de estado, é possivel utilizar o método Di Pisa para muitos usos. Dentre estes estão: tensão muscular, dor e dificuldade de movimentação devido a artrite.

Importante saber:

A dor e sua possível origem

De acordo com pesquisas, no Brasil, cerca de 37% da população, ou 60 milhões de pessoas possuem algum aspecto de dor contínua com duração maior do que 3 meses. Muitas vezes em consultório, antes de uma sessão de hipnoterapia, clientes reclamam de dores e por fim, após a sessão trabalhar aspectos emocionais profundos, traumas e outras áreas, saem da consulta sem a respectiva dor.

O que isso nos diz?

Muitas das dores que possuímos tem como sua origem algo mais profundo que precisa ser trabalhado de maneira terapêutica.

Hoje existem estudos que comprovam que excesso de emoções como raiva, mágoa e tristeza, estão ligados a uma série de problemas de saúde que um indivíduo pode desenvolver. Entre estas estão dores crônicas, doenças de pele e até mesmo alguns tipos de câncer.

Funciona com Animais?

A técnica Di Pisa também funciona em animais de maneira extremamente eficaz. Pelo fato da Hipnose Não-Verbal não se utilizar da linguagem falada, mas sim da corporal, os animais podem se beneficiar tanto quanto seres humanos quando se trata de alívio de dores. A utilização de toques e sons específicos estudados nesta ciência, permite que estas técnicas possam ser utilizadas e adaptadas para qualquer tipo de animal.

hipnose não-verbal

Dr. Marco Paret e a hipnose não-verbal

O Dr. Marco Paret, aluno de Erminio Di Pisa, aprendeu pessoalmente suas ténicas e hoje é a maior autoridade do mundo em Hipnose Não-Verbal. Aborda amplamente as técnicas para dor e outras desenvolvidas por Di Pisa, como o olhar divergente e o método para parar de fumar.

Mesclando estas técnicas, filosofias milenares e conhecimento atual científico nas áreas de Hipnose e da Psicologia, Dr. Paret conseguiu trazer de maneira acadêmica uma metodologia capaz de capacitar seus alunos a realizar estes procedimentos de maneira profissional.

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Hipnose não verbal

Desmistificando a hipnose não verbal

Entendendo o método do Dr Marco Paret, mestre reconhecido em todo o mundo e autoridade na hipnose não verbal

O Estudo sobre a Fascinação Hipnótica Instantânea e o Magnetismo Animal vem sendo estudado há milênios por praticamente todas as culturas do mundo. No século XVIII, Anton Mesmer simplificou e trouxe o conceito de Magnetismo Animal para a academia. Hoje, o Dr. Marco Paret , maior autoridade mundial na área, traz uma nova visão destes métodos, através de pesquisas de campo nos locais onde estes segredos eram guardados.

A fim de que este conhecimento praticamente “perdido” na história fosse compartilhado para o mundo, Dr. Paret criou um método científico e empírico que relaciona técnicas antigas com os métodos mais modernos de psicologia e neurociência.

Através disto, traz para os dias atuais conceitos que anteriormente poderiam ser considerados antiquados ou proibidos para muitos ensinando de uma maneira coesa os segredos dos antigos mestres magnetizadores e fascinadores.

Adentrando e conhecendo sociedades secretas e ordens que são desconhecidas pela grande maioria das pessoas, recebeu autorização das mesmas para compartilhar estes conhecimentos ao resto do mundo.

Estudando também profundamente técnicas modernas de Psicologia, Hipnose Tradicional, Programação Neurolinguística de Terceira Geração e Técnicas Quânticas, seu campo de pesquisa conta com décadas de experiência e hoje é conhecido hoje como um dos métodos mais eficazes do mundo.

hipnose não verbal

Magnetismo animal

O conceito de Magnetismo Animal foi introduzido por Anton Mesmer no século XVIII, onde se trata do estudo dos campos eletromagnéticos que cada ser possui. A pessoa que domina o magnetismo, tem a capacidade de realizar feitos considerados incríveis pela maioria, tendo assim um grande poder de influência interpessoal e ambiental.

Muitas pessoas desenvolvem um magnetismo pessoal de maneira natural, sendo estas consideradas “sortudas” ou místicas por conseguirem de maneira “fácil”. Entretanto, não conseguem resultados tão admiráveis comparados aos que possuem um profundo conhecimento. Assim, existem tradições e sociedades que têm como objetivo o estudo e desenvolvimento deste. Grandes nomes da história como Aristóteles, Plutarco, Plínio, Marsílio Ficino, São Tomás e Alberto Magno já falavam deste saber.

O Magnetismo e a Fascinação estão presentes na história e mitos

Em nossa história, existiram muitos mestres em magnetismo, fascinação hipnótica, efeito placebo e outras artes que por muito tempo ajudaram na “cura” ou então foram ferramentas de poder para pessoas consideradas excepcionais em seu meio social.

Dentre estes estão os xamãs, monges e os que eram considerados bruxas e feiticeiros. Utilizando-se do olhar da fascinação, muitos destes influenciavam, paralisavam e empoderavam pessoas e a si mesmos nas mais diversas situações. Estes saberes também estão intrinsecamente ligados à mitologia, como por exemplo a medusa, que utilizava seu olhar para transformar em pedra (paralisar) quem olhasse para a mesma.

 Ação terapêutica com a hipnose não verbal

Hoje estes conhecimentos em conjunto dos mais desenvolvidos estudos terapêuticos atuais, tem a capacidade de gerar resultados muito mais rápido na vida das pessoas através da hipnose não verbal.

É possível induzir o indivíduo a transes poderosos onde tem a possibilidade de acessar uma série de recursos internos que de outra maneira demoraria muito mais para se conseguir. Regressão, alívio total ou parcial de uma dor, controle de ansiedade e outros transtornos psicológicos estão entre os problemas que estas técnicas podem solucionar.

Além disso, o estudo deste conhecimento lhe proporciona a possibilidade de desenvolvimento do magnetismo pessoal que lhe tornará uma pessoa com um poder pessoal acima da média.

É importante ressaltar que todo este conhecimento deve ser usado de maneira ética, e não para tirar vantagens de outras pessoas. O objetivo da liberação destes conhecimentos é gerar um ser humano melhor, mais ético e capaz de ser útil a si mesmo e ao próximo de maneira mais eficaz.

Preparado(a) para ir mais à fundo na hipnose não verbal?

Você também poderá gostar de ler: O segredo dos antigos mestres

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Hipnose

O segredo dos antigos mestres por Marco Paret

“Este artigo é baseado nas pesquisas do Dr. Marco Paret, maior autoridade mundial nos estudos de Fascinação Hipnótica e Mesmerismo.”

A Propagação dos segredos milenares

A partir de Franz Anton Mesmer, aquele que abriu as portas para a hipnose, as escolas originais que trazem a sabedoria do Magnetismo Animal voltam a ter voz após séculos de silêncio. Trazendo assim uma nova linguagem mais adaptada ao mundo moderno.

Descobrimos assim a partir destes estudos, que muitos dos conhecimentos atuais, têm como sua fonte tradições antigas. Entretanto, o redescobrimento destas tradições nos traz novos elementos que são fundamentais para o indivíduo moderno.

Dando assim acesso à recursos que lhe possibilitam ir além do que conhecemos como “limite”, permitindo assim criar um ser humano mais consciente de si, do entorno e mais ligado com os elementos naturais que o cercam.

Marco Paret

O verdadeiro Segredo

Nos últimos 50 anos, notou-se que cada vez menos pessoas possuíam conhecimento sobre o “verdadeiro segredo”. Provavelmente por conta da quantidade de informação fragmentada e escassez do conhecimento em si.

Durante grande parte da história da humanidade, estes conhecimentos eram restritos aos sábios, sacerdotes e escolas iniciáticas secretas. Fazendo com que esses segredos fossem guardados muito bem. Estas eram pessoas que se utilizavam da hipnose, fascinação e encantos sem mesmo que usassem uma única palavra.

Fizemos assim uma pesquisa profunda, que incorpora a tradição do Magnetismo Animal, Fascinação Hipnótica e Encantamento para que pudesse ser recuperado o máximo de informação destas escolas.

Para que serve aprender os segredos antigos?

Estes conhecimentos permitiam que seus estudiosos pudessem realizar feitos que hoje podem ser considerados extraordinários. Influenciando pessoas, energias físicas e mentais a seu favor. Podendo assim despertar um novo “eu”.

Estas disciplinas são a chave para o Sucesso e o fortalecimento do Poder Pessoal, sendo marcadas em muitas páginas da história pessoas que utilizaram destes conhecimentos para realizar feitos incríveis e revolucionários.

Neste momento, finalmente estes conhecimentos vêm a público de maneira organizada e complexa para que você também possa desfrutar destes segredos.

A revolução da hipnose moderna

É interessante ressaltar que estes conhecimentos têm como objetivo o desenvolvimento pessoal e evolução interior, não um caminho fácil para o poder. Muitos destes conhecimentos datam do tempo do antigo Egito e não são encontrados em estudos de PNL ou no que se conhece como hipnose clássica.

Com essas técnicas você terá a oportunidade de aprender a operar quanticamente a partir da consciência sobre conceitos mentais da energia, massa e luz. Trazendo assim o poder para compreender a maneira com que os antigos mestres realizavam seus feitos.

Os segredos revelados por Marco Paret

Quer descobrir esses segredos revelados ao vivo pelo Dr Marco Paret? Participe do maior e mais completo treinamento de influência e persuasão não verbal do mundo, que chega agora ao Brasil.

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Leia também: O poder do olhar para influenciar pessoas

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Programação Neurolinguística é terapia?

Compilação de ideias sobre PNL e terapia por André Percia

Psicólogo Clínico e Master Trainer em PNL

A arte em si não é terapia. No entanto, a arte usada na terapia cria a arte terapia. Música em si não é terapia. Música na terapia vira musicoterapia. E se funciona junto a uma proposta de terapia estruturada, é parte da terapia.

Programação Neurolinguística (PNL) é uma abordagem psicológica que envolve a análise de estratégias utilizadas por indivíduos bem sucedidos e que pode ser direcionada para alcançar um objetivo pessoal. Relaciona pensamentos, linguagem e padrões de comportamentos aprendidos através da experiência a resultados específicos.

A programação neurolinguística foi desenvolvida na década de 1970 na Universidade da Califórnia, em Santa Cruz. Seus principais fundadores são John Grinder , linguista, e Richard Bandler , cientista da informação e matemático. 

O primeiro livro de Grinder e Bandler sobre PNL, Estrutura da Magia: Um Livro sobre Linguagem da Terapia , foi lançado em 1975. Nesta publicação, eles tentaram destacar certos padrões de comunicação que definem os comunicadores considerados excelentes, além de outros.

Grande parte do livro foi baseado no trabalho de Virginia Satir , Fritz Perls e Milton Erickson . Também integrou técnicas e teorias de outros renomados profissionais de saúde mental e pesquisadores como Noam Chomsky , Gregory Bateson , Carlos Castañeda e Alfred Korzybski. O resultado do trabalho de Grinder e Bandler foi o desenvolvimento do metamodelo da PNL, uma técnica que eles acreditavam poder identificar padrões de linguagem que refletissem os processos cognitivos básicos.

A evolução da PNL

Hoje, a PNL é usada em uma ampla variedade de áreas, incluindo aconselhamento, medicina, direito, negócios, artes cênicas, esportes, militares e educação.

Modelagem, ação e comunicação efetiva são elementos-chave da programação neurolinguística. A crença é que, se um indivíduo puder entender como uma outra pessoa realiza uma tarefa, o processo pode ser copiado e comunicado aos outros para que eles também possam realizar a tarefa.

Os proponentes da programação neurolinguística propõem que todos temos um mapa pessoal da realidade. Aqueles que praticam a PNL analisam suas próprias perspectivas e outras para criar uma visão geral sistemática de uma situação. Ao entender uma gama de perspectivas, o usuário da PNL ganha informações. Os defensores desta escola de pensamento acreditam que os sentidos são vitais para o processamento da informação disponível e que o corpo e a mente influenciam uns aos outros. A programação neurolinguística é uma abordagem experiencial. Portanto, se uma pessoa quiser entender uma ação, ela deve realizar a mesma ação para aprender com a experiência.

Os conceitos e práticas terapêuticas envolvendo a PNL

Um conceito central da PNL pode ser resumido pelo ditado: “O mapa não é o território”, porque destaca as diferenças entre crença e realidade. Aponta que cada pessoa opera dentro de sua própria perspectiva e não de um lugar de objetividade. Os proponentes da PNL acreditam que a percepção de todos do mundo é distorcida, limitada e única. 

Um terapeuta que pratica a PNL deve, portanto, compreender como uma pessoa em tratamento percebe seu “mapa” e o efeito que essa percepção pode ter nos pensamentos e no comportamento dessa pessoa.

O mapa do mundo de um indivíduo é formado a partir de dados recebidos pelos sentidos. Essas informações podem ser auditivas, visuais, olfativas, gustativas ou cinestésicas. Os profissionais de PNL acreditam que esta informação difere individualmente em termos de qualidade e importância, e que cada pessoa processa experiências usando um sistema representacional primário. Para um terapeuta de PNL trabalhar efetivamente com uma pessoa em tratamento, o terapeuta deve tentar combinar o sistema desse indivíduo para usar seu mapa pessoal. Profissionais de PNL acreditam que é possível acessar sistemas representacionais usando dicas, como movimentos oculares.

Os terapeutas de PNL trabalham com as pessoas para entender seu pensamento e padrões de comportamento, estado emocional e aspirações. Examinando o mapa de uma pessoa, o terapeuta pode ajudá-lo a encontrar e fortalecer as habilidades que melhor servem a eles e ajudá-los a desenvolver novas estratégias para substituir as improdutivas. Este processo pode ajudar as pessoas em terapia a alcançar os objetivos do tratamento.

Os defensores da PNL afirmam que a abordagem produz resultados rápidos e duradouros e melhora a compreensão dos padrões cognitivos e comportamentais. A PNL também procura construir uma comunicação eficaz entre os processos mentais conscientes e inconscientes para ajudar as pessoas a aumentar a criatividade e as habilidades de resolução de problemas. Alguns defensores da PNL comparam a abordagem à terapia cognitivo-comportamental (TCC), mas afirmam que mudanças positivas podem ser feitas com a PNL em menos tempo.

terapia

Os problemas psicossomáticos que podem ser amenizados com PNL

Desde a sua criação, a programação neurolinguística tem sido usada para tratar uma ampla gama de questões. Esses incluem:

  • Ansiedade , fobias e pânico
  • Problemas de comunicação
  • Estresse pós-traumático
  • Depressão
  • Hiperatividade déficit de atenção
  • Vício
  • Esquizofrenia
  • Obsessões e compulsões
  • Personalidade borderline

A PNL é uma ferramenta brilhante a ser usada em conjunto com qualquer processo terapêutico para obter resultados efetivos e duradouros e melhorar a qualidade da terapia.

Seu espírito é construído sobre a ideia de “ir por isso”. Simplificando, a PNL é uma atitude! Com essa atitude, a PNL analisa métodos de criação de modelos (baseados em necessidades). O modelo primário aqui é o modelo de comportamento humano.

Ele fornece uma perspectiva muito útil sobre o porquê e como de comportamento, as várias estratégias que as pessoas usam para continuar se comportando da maneira que se comportam. Isso ajuda o terapeuta a entender a força motriz por trás do comportamento indesejado.

A PNL também consiste em várias ferramentas / técnicas práticas que se concentram na construção de certas habilidades que por si mesmas não são terapêuticas, mas aumentam a eficácia de qualquer modalidade terapêutica. Por exemplo, certas técnicas de PNL são muito úteis para construir rapport. Agora, o rapport por si só não será terapêutico, ao mesmo tempo, é um fato bem conhecido que a qualidade do relacionamento entre o terapeuta e o cliente tem uma grande influência na qualidade e efetividade da terapia.

No entanto, nem todo mundo tem essas habilidades. Com a PNL, incorporamos habilidades como rapport, perguntas (Meta model e Inverse meta model), observação e calibração eficientes etc. como parte do programa (ps não estou dizendo que outras terapias não! Alguns fazem, alguns dão e está tudo bem). Essas técnicas são uma delícia para o terapeuta. Os profissionais de saúde mental, que usaram, provavelmente concordarão!

Assim, a PNL se torna um ótimo complemento para um terapeuta. A abertura para a experimentação, curiosidade e zelo para trabalhar com os clientes para provocar uma mudança, em geral, aumenta a qualidade do processo.

Outro aspecto da PNL que realmente gostamos é o foco em ajudar os clientes a se concentrarem nas habilidades necessárias para criar a mudança necessária e usar métodos / técnicas diferentes para ajudá-los a desenvolver e aplicar essas habilidades de maneira eficaz.

Mais do que uma terapia!

Brief NLP Therapy (Brief Therapies Series) de Ian McDermott é um dos muitos trabalhos que mostram os benefícios da PNL na terapia psicológica e como a PNL é um sistema que se ajusta perfeitamente a outras abordagens. Nesta obra ele escreve: “Então, o que há de especial na contribuição da PNL para a prática da terapia e, especificamente, para a terapia breve?

Em primeiro lugar, uma vez que seus métodos foram derivados de estudos detalhados de terapeutas de destaque, ele oferece aos profissionais a oportunidade de aumentar sua eficácia.

Extrapolado de uma prática excelente, a PNL oferece ferramentas práticas que funcionam e uma maneira de pensar que oferece aos terapeutas e aos clientes novas maneiras de compreender e explorar como criamos um mundo para nós que pode ser o paraíso ou o inferno. Assim como seu repertório terapêutico é baseado em semelhanças – valores, pressupostos, habilidades de comunicação e mudança – compartilhadas por abordagens muito diferentes, também pode ser usado com eficácia por profissionais de várias escolas.

A PNL faz a pergunta ‘Como eles fazem isso?’ ± não apenas sobre os profissionais qualificados que seus fundadores estudaram, mas também sobre a maneira como os seres humanos estruturam suas experiências e dão sentido a seus mundos.

É essa curiosidade, com sua excitação concomitante, que Rogers descreveu como parte de sua experiência. Isso anda de mãos dadas com uma atenção respeitosa à experiência dos clientes que buscam ajuda – e às maneiras como esses clientes estruturam as partes de suas vidas nas quais funcionam bem e com facilidade.

Ele continua a exercer nossa consciência crescente de como nós também estruturamos nossos mapas de ‘realidade’; e torna a experiência de trabalhar com PNL uma aventura pessoal, assim como profissional. Em consonância com isso, decidimos escrever um livro que visa explorar algumas das características-chave do trabalho breve de mudança terapêutica com PNL”.

Definitivamente meu trabalho como psicólogo clínico ficou muito melhor com os padrões e abordagens da PNL. Clientes sentem-se progredindo e sentem a mudança acontecendo mais rapidamente. Embora algumas técnicas sejam pontuais, o conjunto delas aplicadas a um propósito ou dinâmica psicológica ajuda a promover mais e melhores insights tanto para terapias breves e focais quanto para terapias de longa duração.

Você também poderá gostar de ler esse artigo: 3 técnicas básicas de PNL para trazer mais sucesso ao seu negócio

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Neuro-Hypnotic Repatterning (NHR) e Design Human Engineering

Neuro-Hypnotic Repatterning (NHR) se desenvolveu  graças ao desenvolvimento dos scanners de ressonância magnética e à genialidade do domínio da hipnose e da PNL do Dr. Richard Bandler. Em sua forma original, a PNL , de acordo com Bandler, era desnecessariamente complexa. Agora, a PNL se tornou muito mais simples e fácil. 

NHR usa o processo hipnótico para reestruturar as experiências que as pessoas têm nos níveis neurológico e químico. A única questão, provoca Bandler, é : quanto prazer você pode suportar? Quanta emoção você pode suportar, quanto sucesso você pode ter? 

Em vez de ensinar as pessoas a liderar com suas mentes, o NHR ensina você a liderar com seus sentimentos. Você aprende a saturar sua neurologia com as substâncias químicas que nos fazem sentir bem. Porque se você colocar todo o seu corpo no estado certo, não há quase nada que os seres humanos não possam fazer.

PNL do Dr. Richard Bandler

NHR usa a hipnose para direcionar, assim, acelerar muitos aspectos da PNL para torná-la mais fácil e divertida. NHR é o que a PNL deveria ser se soubessem o que sabemos agora. Onde a PNL é principalmente linguística, NHR é especialmente hipnótica, por isso é mais fácil de aprender e mais eficaz em seus resultados. O cérebro não está programado, ele funciona com padrões. Consequentemente, o NHR acerta em cheio com a Repadronização. O objetivo é interromper os velhos padrões negativos e substituí-los por novos padrões positivos.

Uma qualificação muito especial que reconhece a natureza única da NHR ️ e daqueles que utilizam este poderoso processo para mudar suas vidas e a vida de outras pessoas. Fique na vanguarda do trabalho do Dr. Bandler.

NHR usa o processo hipnótico para reestruturar as experiências que as pessoas têm nos níveis neurológico e químico. A única questão é quanto prazer você pode suportar, quanta emoção você pode suportar, quanto sucesso você pode ter? Em vez de ensinar as pessoas a liderar com suas mentes, a NHR ensina você a liderar com seus sentimentos. 

Você aprende a saturar sua neurologia com as substâncias químicas que nos fazem sentir bem. Porque se você deixa todo o seu corpo no estado certo, não há quase nada que os seres humanos não possam fazer. Essas habilidades avançadas em Neuro-Hypnotic Repatterning são o culminar do trabalho da mesma mente que nos deu PNL e Design Human Engineering

The Design Human Engineering

NHR

Design Human Engineering dá como certa a oportunidade de projetar estratégias internas e estados que são dinâmicos e atraentes. Pense em quantos bons sentimentos você tem. Por mais que seja, não é suficiente. O DHE parte da premissa de que aquilo que já está disponível para um indivíduo está longe de ser o que ele é capaz.

Para projetar habilidades, é importante que a observação seja precisa e que as diferenças entre o que você deseja e o que não deseja são extremas e, portanto, óbvias. Essas são funções de processamento interno. Se você deseja saber quando está em harmonia, a diferença entre estar em harmonia e não estar em harmonia deve ser tão grande que não haja absolutamente nenhuma dúvida. Quando você vê alguém que conhece muito bem, sabe em que tipo de humor essa pessoa está pelo tom de voz que usa.

A diferença entre feliz e triste é inconfundível. O Design Human Engineering® permite que você faça a distinção na percepção que fará a diferença na ação. Se não houver diferença na percepção, você aprenderá como usar seus sentidos para que haja uma.

Ao entender como as estratégias funcionam, você também deve entender como elas funcionam em relação a outras estratégias, como os cronogramas que são utilizados em um determinado momento, os metaprogramas que estão ativos. A capacidade de projetar mudanças contextuais em todos os parâmetros simultaneamente é o domínio do Design Human Engineering.

A importância do NHR e DHE nos dias de hoje

Ao projetar e usar estratégias, é necessário fazer as distinções que lhe permitirão realizar a tarefa em mãos. Os modelos que constituem a Programação Neuro-Linguística criam conjuntos de distinções que nos permitem comunicar melhor, bem como replicar comportamentos que outros são capazes de produzir.

Design Human Engineering não apenas permite que você crie novas estratégias e habilidades, mas também permite que você crie melhores estratégias de motivação para realizar as tarefas para as quais as estratégias são úteis.

Abaixo estão algumas das perguntas que o DHE faz:

1. Qual é a diferença entre a melhor sensação que você já teve e a melhor sensação que seu corpo é capaz de produzir?

2. Quanto controle você tem sobre os sentimentos que produz, sua intensidade e quando você os produz?

3. Você já tentou descobrir quanto prazer pode suportar?

A partir das respostas dadas, isso é uma oportunidade para que em sua vida?

Fonte:

ANDRÉ PERCIA

Especialista em DHE e NHR com Richard Bandler

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Programação neurolinguística e modelagem

Richard Bandler desde o início da PNL buscava entender qual a estrutura por trás das experiências que estudava. Para um dos praticantes da PNL mais antigos, David Gordon, a pressuposição mais fundamental da PNL é: A Experiência tem uma Estrutura. A PNL surgiu do estudo de pessoas que faziam coisas interessantes para lidar com seus “problemas”. Modelagem tem a ver com reconhecimento de estruturas.

Para Gordon, MODELAGEM é um processo de criar mapas úteis acerca das habilidades humanas. Não se trata de identificar a “verdade” nem de ir “ao fundo”. Trata-se da descrição de uma habilidade, e permite que outros possam manifestá-la.

“Identificar habilidades” significa identificar estruturas, seja de algo desejado ou algo que possa ser corrigido e redesenhado.

Para a PNL, os comportamentos são manifestações externas de nossos estados internos. Comportamentos ocorrem num processo neurológico, por isso precisamos de um modelo ou exemplar que reproduza a neurologia em segmentos de informação para que possamos inferir como sequenciam e representam em face de códigos linguísticos e paralinguísticos, identificando como programam tal sequência para obterem os resultados específicos de conduta.

MODELO refere-se na PNL tanto ao sujeito de quem se extrai os resultados quanto à descrição de suas estratégias e programas que o levam a ter excelente desempenho no que se quer modelar. Não se justifica nem há preocupação em provar cientificamente se o modelo funciona, busca-se saber se o mesmo é operacional e útil para quem está modelando. Seja para a aquisição de estratégias ou possibilidade para compreender como ainda se estruturam os problemas.

MODELAGEM é um processo para criar mapas úteis das habilidades humanas. ”Processo” significa uma forma de interagir com as pessoas, não é uma técnica que você faz com alguém.

Vamos aprender a nos engajarmos no processo de criar tais mapas, organizando a estrutura da experiência para que se manifeste de forma útil.

O Modelador DAVID GORDON aponta três razões para fazer modelagem:

  • Razão Prática: Corrigir problemas e habilidades.
  • Razão Evolucionária: Perceber estruturas e sistemas.
  • Razão Espiritual: Abre para a beleza da estrutura e quão preciosa é cada pessoa no mundo.

Modelos estão por todos os lados. Enquanto modelamos, devemos prestar atenção à descrição das pessoas e ater-se a forma como a pessoa descreve o modelo, evitando colocar palavras e conceitos seus.

O que você quer modelar especificamente? Se for muito grande e complexo, será bem difícil de ser compreendido e utilizado. Em que nível nós devemos segmentar o modelo para que seja útil (ou seja, decidir o que focar para compor o modelo)?

PRIMEIRA PERGUNTA: “O que eu quero ser capaz de fazer”? “Fazer” refere-se aos comportamentos externos e internos. “No caso da modelagem de “problemas” (onde buscamos compreender como mantemos um problema), talvez a pergunta seja: “O que quero ser capaz de fazer diferente””?

Deve-se ouvir a descrição e dar feedback para que a pessoa tenha a oportunidade de responder, assim vai-se refinando a estratégia. Depois, identificamos as habilidades envolvidas e decidimos o que se vai modelar, levando em conta as habilidades que a pessoa não possui, para aprender algo que não se tem (modelar alguém que canta bem, por exemplo). Muitas vezes precisamos apenas de um segmento e não da estratégia toda da pessoa.

Outra possibilidade é transladar a habilidade de uma área para outra área. Por exemplo, alguém que é excelente em “concentrar-se” para jogar futebol, pode modelar concentração para estudar.

Ache um exemplar ou modelo. Como capturar o que nos interessa no “todo”? Primeiro, treine-se para perceber as redundâncias, as repetições. Ao descrever o que fazem, como fazem e por que fazem, há muita repetição, e não há sentido ou utilidade em repetir as informações.

No caso de utilização do modelo, treine para diferenciar o que é pessoal e o que é a habilidade que nos interessa. Modelar não é duplicar, e sim eliciar a estrutura e operar nela sendo você.  Se eu quero tocar piano popular, posso modelar Elton John, mas não preciso imitar o cantor. Serei eu usando o modelo eliciado.

Com o modelo, cria-se um mapa sobre o que o exemplar faz. Não queremos qualquer mapa, qualquer descrição, queremos um que seja útil, que nos permita reproduzir o que essa pessoa faz. 

Um grupo de distinções é o que devemos buscar. Queremos prestar atenção em que? Na interação, o que queremos encontrar ou reconhecer para nos permitir de alguma forma acessar o que queremos?

Descubra como a modelagem pode ser útil as seus propósitos!

Leia também: O metamodelo de linguagem

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O metamodelo de linguagem

O metamodelo em PNL ou programação neurolinguística (ou metamodelo de terapia) é um conjunto de perguntas destinadas a especificar informações, desafiar e expandir os limites do modelo de mundo de uma pessoa.

Os indivíduos respondem aos eventos com base em suas imagens, sons e sentimentos internos. Eles também reúnem essas experiências em grupos ou categorias que são rotulados com palavras.

O metamodelo é um método para ajudar alguém a ir dos mapas de palavras pobres em informações de volta às experiências sensoriais específicas nas quais eles se baseiam. É aqui nas experiências específicas ricas em informações que mudanças úteis podem ser feitas que resultarão em mudanças no comportamento. 

O metamodelo responde às distorções, generalizações e exclusões no idioma do falante. O metamodelo forma a base da programação neurolinguística desenvolvida pelo então professor assistente de linguística John Grinder e Richard Bandler. Grinder e Bandler “explicaram como as pessoas criam mapas mentais da realidade defeituosos, deixando de testar seus modelos linguísticos / cognitivos contra a experiência de seus sentidos”.

O metamodelo baseia-se na gramática transformacional e na semântica geral, a ideia de que a linguagem é uma tradução de estados mentais em palavras, e que nesta tradução, há um processo inconsciente de apagamento (nem tudo que o pensamento é dito), distorção (suposições e estruturais imprecisões) e generalização (uma mudança para afirmações absolutas). Da mesma forma, na audição, nem tudo o que é dito é reconhecido como ouvido.

Esses padrões de linguagem foram baseados no trabalho da terapeuta familiar Virginia Satir, do gestalt terapeuta Fritz Perls e nos padrões linguísticos da sintaxe transformacional.

Alega-se que o metamodelo “produz uma representação mais completa do modelo de mundo do cliente – a estrutura linguística profunda da qual as expressões verbais iniciais do cliente ou Estrutura de superfície foram derivadas”, oferecendo desafios aos seus limites, as distorções, generalizações ou exclusões na língua do falante. 

O conjunto reverso do metamodelo é o modelo de Milton, uma coleção de padrões de linguagem artisticamente vagos extraídos da obra de Milton Erickson.

metamodelo

Abaixo, um resumo dos padrões do metamodelo:

PADRÃO DO META MODELO

PERGUNTA

OMISSÃO SIMPLES

Elemento Central é excluído da estrutura superficial (ES)

“Sinto-me inseguro”

Inseguro com relação a que?

OMISSÃO COMPARATIVA

Na ES não está clara a referência

“É pior não fazer”

“Pior de acordo com que /quem”?

FALTA DE ÍNDICE REFERENCIAL

Não se sabe quem ou o que

“Sabe como são os homens…”

Que homens, especificamente? 

VERBO INESPECÍFICO

Não são específicos detalhes sobre a ação 

“Preciso mudar”

Como/ O que especificamente deseja mudar?

NOMINALIZAÇÃO

Quando uma ação ou processo são tratados como uma “coisa”

“Tenho vergonha”

Vergonha de que, especificamente?

QUANTIFICADORES UNIVERSAIS

Padrões de generalização

“Ela sempre me decepciona”

Decepciona como, especificamente? Já houve vez em que ela não tenha te decepcionado?

OPERADORES MODAIS DE NECESSIDADE

Senso de ter de ser ou fazer (Devo, preciso, tenho que…)

Eu tenho que atender ao telefonema

O que aconteceria se não atendesse?

OPERADORES MODAIS DE POSSIBILIDADES

Senso sobre a possibilidade de fazer escolhas (Não posso, posso)

“Não posso mais continuar”

Como seria se pudesse?

O que o impede?

PRESSUPOSIÇÕES

Algo aceito como verdade

“Se ao menos ela me desse valor nossa relação mudaria e eu deixaria de me sentir mal”

Como sabe que ela não te dá valor?

Como a relação mudaria?

Como se sente mal?

EXECUÇÃO PERDIDA

Um julgamento sem que se mencione quem o fez

“É certo casar virgem”

É certo para quem? Certo de acordo com quais critérios?

LEITURA MENTAL

Agir como se soubesse o que se passa na mente da outra pessoa

“Ela me odeia”

Como sabe que ela te odeia?

CAUSA – EFEITO

Uma sugestão de conexão entre um determinado estímulo e uma resposta

“A maneira com que ela me olha me desconcerta”

Como especificamente o olhar dela desconcerta você?

EQUIVALÊNCIA COMPLEXA

Quando atribui-se o mesmo significado para dois eventos distintos

“Ela quase não telefona, ela não gosta de mim”

Como o fato de ela não telefonar com frequência significa que ela não gosta de você?

Conclusão

Metamodelo de linguagem é uma das ferramentas mais fascinantes para se conhecer. 

É simples, flexível e ao mesmo tempo profundo. Sua qualidade não está associada tão somente para a manutenção das relações interpessoais, mas a intrapessoal também. Pensar e comunicar agora, são habilidades, que ganham a possibilidade de serem diferentes.

Aproveite também para ler esse artigo: Desconstruindo crenças limitantes.

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